PERDAS ECONÔMICAS POR MEIO DAS SUPER SAFRAS, PROVOCADA PELA CATÁSTROFE DAS POLÍTICA DE GOVERNO, OU PELAS CATÁSTROFES CLIMÁTICAS.

O orgulho de qualquer produtor rural é poder ver e colher o melhor produto, resultados do seu trabalho. Produzir alimento é a nossa vocação, sobreviver da atividade e continuar na atividade são as metas de todos que fazem da agropecuária a sua fonte de economia, que propulsiona a imensa cadeia econômica do agronegócio.

Os bons ventos nos garantem uma boa imagem, a sanidade das plantas se refletem em produtividade, garantindo ao “GOVERNO” proclamar mais uma “super safra Brasileira”. DSCF5062 Os bons ventos e a boa imagem do produto colhido e a ser colhido, nem sempre se reflete em benefícios econômicos para os produtores rurais. A medida que a colheita avança, os resultados da produção se reflete no mercado, as PERDAS ECONÔMICAS POR MEIO DAS SUPER SAFRAS, proclamadas pelo governo a todo instante, se transforma em verdadeiro pesadelo para os produtores rurais, uma vez que em muitos casos a produção mal cobre os custos.

Uma difícil gestão de negócios não apenas para os mais humildes dos produtores rurais, mas também uma difícil missão para os PHD em economia aplicada.     COLHEITA MILHHO 2013 014 A gestão das propriedades rurais se adequaram tecnicamente à cada realidade regional, passaram a produzir mais em menor tempo. No entanto a cerca de trinta anos as politicas de infra estrutura e logística pararam ao tempo, a questão deixou de ser um problema apenas das novas fronteiras agrícolas do País.

Hoje, quem planta sabe que esta sujeito a  enfrentar as CATÁSTROFES PROVOCADA PELAS ADVERSIDADES CLIMÁTICAS à qualquer período do ciclo da lavoura.

Agora, quem colhe a “supre safra proclamada pelo governo” livre de qualquer “CATÁSTROFE CLIMÁTICA”, já sabe, e esta CERTO de que vai enfrentar pela frente as CATÁSTROFES PROVOCADAS PELA POLÍTICA, ou melhor dizendo, pela FALTA DE POLÍTICA DE GOVERNO. COLHEITA MILHHO 2013 023 O retrato da produção sendo estocada ao tempo, eleva os custos operacionais pós colheita, e estes custos recai sobre os preços finais do produto, provocando perdas econômicas diretamente ao produtor rural.

A safra de milho 2013 reflete bem a situação das “CATÁSTROFES” em que vive o setor do agronegócio Brasileiro. De um lado encontramos produtores produzindo muito sem obter renda suficiente para cobrir os custos de produção, devido as catástrofes da política de governo. Catástrofe esta, que é generalizada a todo o país.

De outro lado temos produtores que não terão produção suficiente para obter a renda necessária para cobrir os custos de produção, porque as lavouras sofreram perdas de produção devido as catástrofes climáticas.  Catástrofes estas, que são pontuais, provocadas por fenômenos climáticos adversos.

As perdas econômicas por meio das super safras, provocadas diretamente pela CATÁSTROFE DAS POLÍTICAS DE GOVERNO, dificilmente iremos ver solucionadas a curto médio prazo, uma vez que os desmando da econômica comprometeram os investimentos e o crescimento do país, tornando todos reféns desta herança “maldita”.

De outro lado temos as CATÁSTROFES CLIMÁTICAS, que provocam perdas pontuais, e que poderiam serem saneadas e garantir renda minima para os produtores rurais sobreviverem e se manterem na atividade, basta apenas implementar o Projeto de Lei que criou o FUNDO CATÁSTROFE….(ou diria, Projeto Politico que criou a FUNDO, a verdadeira “CATÁSTROFE ELEITORAL”).

O bem da verdade é que de FUNDO em FUNDO, o governo continua ganhando mesmo que o produtor rural vá ao “FUNDO” …ao FUNDO DO POSSO. Num posso sem fundo, de CATÁSTROFE EM CATÁSTROFE, o pouco que você produziu acaba passando de mão em mão, e o pouco que você acumulou de riqueza, quando comprometida por qualquer uma das CATÁSTROFES, ao passar de mão em mão, a sua pequena economia acaba gerando ainda mais tributo ao governo, independentemente de quem compra e de quem vende. As CATÁSTROFES garantem elevados tributos econômicos ao próprio governo…independentemente se você tenha PERDAS ECONÔMICAS POR MEIO DAS SUPER SAFRAS, PROVOCADA PELA CATÁSTROFE DAS POLÍTICAS DE GOVERNO,  OU PELAS CATÁSTROFES CLIMÁTICAS….

Seremos sempre réus….Pagando pelas CATÁSTROFES.

Por Valdir Edemar Fries.

Sobre valdirfries

Téc. Agropecuário - 1980. Extensionista Rural da ACARPA/EMATER-Pr entre os anos 1981 a 1987, com serviços prestados nas regiões de UNIÃO DA VITÓRIA, CURITIBA, PATO BRANCO. Na região de MARINGÁ trabalhou mais especificamente na RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA - responsável téc. a nível de campo na implantação da adequação das estradas rurais nos municípios de FLORESTA E ITAMBÉ - Pr, concluindo os trabalhos do sistema de microbacias integradas em 100 % da área territorial dos dois municípios). PLANEJAMENTO E ASSESSORIA AGROPECUÁRIA - 1987 a 1996 em áreas do Estado do Paraná e do MATO GROSSO (Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso). Secretário de agricultura e meio ambiente de Itambé - Paraná de 88 a 1996. Vereador em Itambé - 97 a 2000. PLANEJAMENTO E ASSESSORIA PÚBLICA a partir de 1996, Com especialização na elaboração de planos de trabalho dos programas de governo; SICONV; De 1997 a 2010 realizou o acompanhamento e tramitação de processos de convênio de Municípios Paranaense junto aos Ministérios de Estado em Brasilia. Produtor Rural - Itambé Pr, a partir de 2008 tem se dedicado principalmente nas atividades da produção agrícola e na edição de artigos relacionados ao AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.
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