QUESTÃO DO LIXÃO PARA ITAMBÉ – OS PETRALHAS DE BICO COMPRIDO E OS TUCANOS DE ESTRELA NO PEITO ACORDARAM PARA A QUESTÃO DO “PROJETO DE EMPREGO E RENDA” DO PREFEITO ZAMPAR…

Aos Itambeenses que ACORDARAM para a questão do LIXÃO PARA ITAMBÉ, sejam bem vindos a ajudar o MUNICÍPIO A SE LIVRAR DESTE PROBLEMA, ….O projeto é de muito LIXÃO dos outros, para ser enterrado em Itambé.

O TEXTO É LONGO, MAS É NECESSÁRIO PARA QUE VOCÊ SAIBA…VAMOS LÁ:

O Projeto que o Prefeito ZAMPAR e o Ex-Presidente da Câmara de Vereadores o Sr. ANANIAS sempre foram A FAVOR e defendiam de unhas e dentes, justificando que o PROJETO ESTAVA TUDO “CERTINHO” que o aterro de lixo NÃO ia trazer problemas para a comunidade, e afirmavam que O PROJETO IA GERAR EMPREGO E AUMENTO DE TRIBUTOS para os cofres públicos, …o que não era, e não é bem assim.

Desde dezembro de 2010 escrevo em relação aos problemas de aterros sanitários, desde 2011 o MOVIMENTO PRESERVAR PARA VIVER vem se posicionando CONTRA esta BARBÁRIE que o ALCAIDE do ZAMPAR e o Ex Presidente Ananias PROJETARAM PARA ITAMBÉ, …eles dois, seguido por mais alguns VEREADORES…digamos …”cordeirinhos do sistema politico ou comprometidos pela politicagem”, os acompanharam na defesa da INSTALAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO E INDUSTRIAL REGIONAL PARA ITAMBÉ….

E agora? ….bem, agora os ILUSTRES acordaram. MENOS MAL, assim as forças contrarias aumentaram….a corrente tem mais força de arrasto, e quem sabe possamos a NÍVEL DE JUDICIÁRIO impedir a instalação de uma vez por todas.

VOCÊ QUE ACORDOU AGORA PARA O PROBLEMA, e anda por ai se orgulhando de ter colocado sua assinatura neste “NOVO BAIXO ASSINADO”, continue firme no propósito CONTRARIO, porque quem se posicionou contra desde o inicio do debate, continua CONTRA porque tinha conhecimento dos fatos técnicos em relação aos problemas iminentes deste empreendimento….Quem é conhecedor das causas não vira a casaca, nem abandona o barco, mesmo que tachado de “baderneiros” na ocasião para impedir o término da audiência pública em janeiro de ….2011.

Então amigos itambeenses, tentem ao menos se informar em relação aos fatos, e para facilitar pra você, segue abaixo AS CONSIDERAÇÕES GERAIS E AS 10 justificativas contrarias definidas em documentário, anexadas ao PROCESSO DA AÇÃO PUBLICA NUMERO 38/2011…do qual constam ANEXADOS no PROCESSO DA AÇÃO PUBLICA mais de 1500 assinaturas de pessoas que JÁ ESTÃO NA LUTA CONTRÁRIA às BARBÁRIES de nossa autoridades…Ou seja….da irresponsabilidade que estavam cometendo.

GRAÇAS A TUTELA JUDICIAL expedida no dia 25 de MARÇO de 2011 pela Meritíssima Juíza Dra MYLENE REY DE ASSIS FOGAGNOLLI…PARA LER NA INTEGRA CLIQUE no LINK e conheça a tomada de decisão judicial :https://valdirfries.wordpress.com/2011/03/28/itambe-tutela-judicial-suspende-licenciamento-ambiental-para-instalacao-de-aterro-sanitario-e-industrial/

GRAÇAS a Promotora do Ministério Público que acatou nossa denuncia, esta TUTELA JUDICIAL expedida além de todo trabalho de nosso advogado RANGEL….estamos livre do LIXÃO DOS OUTROS ATÉ OS DIAS DE HOJE, e VOCÊ QUE ESTA ADERINDO AO MOVIMENTO AGORA…saiba…

A BRIGA QUE TRAVAMOS NA JUSTIÇA, É COM O PODERIO ECONÔMICO, que não querem deixar de faturar mais de UM MILHÃO POR MÊS enterrando LIXO nas terras de ITAMBÉ….Sim a EMPRESA pode faturar mais de UM MILHÃO POR MÊS, com o lixo projetado para ser enterrado em Itambé.

Portanto estejam preparados, e SAIBA AO MENOS SE JUSTIFICAR, CONHECENDO AO MENOS O QUE O MOVIMENTO PRESERVAR PARA VIVER tem usado para LIVRAR VOCÊ ATÉ AGORA, justificativas que estaremos reafirmando a todo instante nas AUDIÊNCIAS JUDICIAIS do decorrer do processo até o julgamento final, esperando que a Decisão da SENTENÇA JUDICIAL seja CONTRÁRIA ao PROJETO do LIXÃO DOS OUTROS, ….uma grande iniciativa pleiteada pelo PREFEITO ZAMPAR E O EX VEREADOR ANANIAS ….UM PROJETO DE “DESENVOLVIMENTO PARA ITAMBÉ” …que inclusive teve também o POIO FAVORÁVEL da direção da ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE ITAMBÉ. Lembram?

Esta é a grande herança que o PETRALHA DE BICO COMPRIDO E DO TUCANO DE ESTRELA NA TESTA SE INCUMBIRAM em gerar pra você…Agora defenda-se.

Os coordenadores do MOVIMENTO PRESERVAR PARA VIVER foram tachados de baderneiro, mas por traz da baderna formada na audiencia publica em 2011, a coordenação seguido das pessoas que se manifestaram contra, tínhamos juntos muita responsabilidade, muito trabalho e dedicação para esmiuçar todo EIA/RIMA e sintetizar em documento que possibilitou livrar você dos URUBUS que já estariam rondando seu telhado.  

SEGUE o trabalho do MOVIMENTO PRESERVAR PARA VIVER:

CONSIDERAÇÕES GERAIS E JUSTIFICATIVAS QUANTO A TOMADA DE DECISÃO CONTRÁRIA A INSTALAÇÃO DE UM ATERRO INDUSTRIAL E SANTITÁRIO EM ITAMBÉ, COMARCA DE MARIALVA, ESTADO DO PARANÁ

CONSIDERAÇÃO E JUSTIFICATIVAS CONTRÁRIAS A INSTALAÇÃO DO ATERRO INDUSTRIAL E SANITÁRIO REGIONAL EM ITAMBÉ

Elaboração: VALDIR EDEMAR FRIES

Endereço – Rua Rodolfo A. Schelatter, chacára 08.

Itambé – Estado do Paraná.

COORDENAÇÃO DO MOVIMENTO PRESERVAR PARA VIVER:

JOSÉ VALDECIR CASTALDELLI – POPULAR DINDA, DANIEL CUMANI CHICRALA, VALDIR EDEMAR FRIES, SALETE BROIO, SEBASTIÃO FARIA, FERNANDO PAES, JOÃO APARECIDO BORTOLACI.

1 – ATERRO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

1.1 – FONTE PONTUAL DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL E DE ALTA RENTABILIDADE ECONÔMICA

Com o aumento da população e o desenvolvimento tecnológico, o ser humano vem a cada ano gerando maior quantidade de lixo doméstico, industrial que se acumulam de forma inadequada nos quatro cantos do País e pouco do lixo que produzimos tem um destino final de menor impacto ambiental.

Os maiores centros industriais e econômicos procuram locais para a Instalação de Aterros industriais e sanitários fora de seu território, fazendo com que esta distância do centro gerador até o local do aterro, provoque aumento da emissão dos poluentes e os riscos de degradação ambiental na operação do transporte do material por longos percursos.

Outra prática comum e inadequada que esta sendo aceita pelas Instituições Ambientais, é a implantação de aterros de resíduos sólidos regionais, sejam aterros públicos na forma de consórcio e/ou privados que passam a receber um volume elevado de material depositado diariamente, comprometendo sua capacidade de armazenamento dentro de um pequeno espaço de tempo (cerca de 20 anos).

O grande volume de lixo depositado em área restrita é fonte de impactos ambientais pontual com altos índices de degradação do solo; de contaminação das águas de toda a bacia hidrográfica; comprometimento da fauna e da flora em todo seu entorno, além de colocar toda sociedade exposta a enfrentar as consequências de saúde e ações sociais.

A implantação de aterros de resíduos sólidos seja industrial ou sanitário, é a prática mais econômica de se livrar do que chamamos de lixo.

Enterrar lixo sempre foi uma prática comum adotada pelas pessoas, seguido pelo poder público que para se livrar do problema de forma mais facilmente e econômica, continua a enterrar todo o lixo recolhido sem qualquer responsabilidade.

A implantação de consórcios para implantação de Aterros Regionais, mesmo comprovado o aumento dos índices de impacto ambiental no local do empreendimento foi “uma tendência do poder público” nos últimos anos e ainda vem sendo adotada e recomendada até os dias de hoje.

A formação dos consórcios despertou o interesse de grupos econômicos do setor privado pela garantia da viabilidade econômica de se investir no setor que por se tratar de um serviço social lhes garante um grande retorno econômico, sem maiores preocupações.

A “TENDÊNCIA MUNDIAL” formada aos poucos, foi construída através do lobby estratégico criando para consolidar a implantação de ATERROS DE RESÍDUAOS SÓLIDOS REGIONAIS como empreendimento adequado e recomendado para “resolver” os problemas da destinação final do lixo, o que não é verdade.

O lobby que foi criado esta a trabalho por interesses de grupo econômico que descobriram que enterrar lixo debaixo da terra é uma das melhores opções de investimento, com garantia de retorno rápido e de alta lucratividade.

De outro lado os empresários do lixo encontram iscas fáceis para crescer, encontram prefeitos que não sabem e por ignorância de não procurar saber das causas futuras, acredita que o simples fato de repassar os serviços para a iniciativa privada vai se livrar dos ônus e das consequências iminentes para a sociedade e para o meio ambiente. Enterrar lixo nada mais é do que abrir uma vertente de agentes poluidores que degradam e contaminam o meio em que vivemos.

Todos os Estudos de Impacto Ambiental identificam todos os tipos de degradação, de contaminação e perdas da qualidade de vida ao se implantar um aterro de resíduos sólidos. Todos os Relatórios de Impacto Ambiental relatam que grande parte das ações compensatórias para diminuir o impacto é socializada entre toda comunidade e por consequência a execução, coordenação e fiscalização das atividades a serem desenvolvidas voltam a ser de responsabilidade do Poder Público Municipal e das Instituições Ambientais do Estado e da União, onerando os cofres públicos sem se quer ter conseguido dar o correto destino aos resíduos sólidos.

Muito mais eficiente seria assumir a responsabilidade e fazer uso da autoridade Legal para implantar a coleta seletiva e o reaproveitamento de todo material reciclável antes de simplesmente entregar para grupos econômicos o serviço de enterrar lixo aferindo altos custos ao contribuinte.

1.2 – A LEI E A JUSTIÇA

As Leis, os Decretos, as Resoluções e Normativas somam centenas de paginas que arbitram sobre o destino final de diferentes materiais de resíduos sólidos descartados, e enquanto o Instituto Ambiental do Paraná analisava o EIA/RIMA elaborado pelo CESUMAR mais uma Lei foi alterada, sendo sancionada em dezembro 2010 pelo Presidente da Republica – POLITICA DE RESIDUOS SÓLIDOS – LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010.

Este emaranhado da Legislação Ambiental Brasileira propicia a qualquer defensor jurídico alcançar artimanhas (brechas) legais que levam à administradoras de aterros de resíduos sólidos, seja de responsabilidade publica ou privada poderem voltar a operar mesmo que em caráter provisório, desta forma se arrasta a coleta e o depósito de lixo continua sendo realizado mesmo que em aterro com capacidade esgotada ou até mesmo em aterros  de resíduos sólidos que operam o material de forma inadequada.

Ministério Público, através de seus Promotores tem trabalhado intensamente para o cumprimento da Lei, no entanto os processos se acumulam em diferentes instâncias do poder judiciário, a população protesta nas ruas, e em muitos dos casos a degradação ambiental continua sem solução definitiva, enquanto os processos passam de instâncias por instâncias judiciais o meio ambiente e a saúde humana sofre as consequências.

2 –  MOVIMENTO PRESERVAR PARA VIVER

2.1 – POSIÇÃO DEFINIDA

Movimento Preservar Para Viver, composta de forma popular por integrantes da população de Itambé – Estado do Paraná, em reunião aberta realizada no dia 17 de janeiro de 2011 às 20 horas no Clube Recreativo de Itambé, decidiram tomar uma POSIÇÃO CONTRARIA A INSTALAÇÃO DO EMPREENDIMETNO PROGRAMADO PARA SER IMPLANTADO EM ITAMBÉ – PR pela Empresa Serrana Engenharia LTDA, diante dos iminentes riscos de degradação do solo e de contaminação da água que um ATERRO INDUSTRIAL E SANITÁRIO REGIONAL oferece para o meio ambiente como um todo.

A posição ora definida tem o respaldo do abaixo assinado dos cidadãos de Itambé – Pr. que se manifestaram CONTRA o empreendimento em discussão motivo da AUDIÊNCIA PUBLICA de 26 de janeiro de 2011, na Casa da Cultura em Itambé Paraná, sob o Edital 028/2010 IAP-DLE.

3 – JUSTIFICATIVAS DO MOVIMENTO PRESERVAR PARA VIVER

JUSTIFICATIVA 1 – RISCOS IMINENTES DO ATERRO INDUSTRIAL E SANITÁRIO REGIONAL A SER INSTALADO:

Todo e qualquer material e elemento, seja ele químico ou orgânico, gerado pelas ações das unidades domesticas, industriais ou hospitalares, quando descartados e depositados de forma concentrada em um único local provocam um desequilíbrio ecológico causando danos irreparáveis ao meio ambiente.

Todo e qualquer Estudo de Impacto Ambiental – EIA, presente no Relatório de Impacto Ambiental – RIMA, apresentado/protocolado junto ao Instituto Ambiental do Paraná, não impede o risco de dano ao meio ambiente que oferece um empreendimento desta natureza.

Dado ao volume de material a serem enterrados no local deixa claro a intensidade do desiquilíbrio químico/biológico do solo e da água existente no subsolo e a contaminação que pode acontecer. Isto pode acontecer a cerca de qualquer acidente e/ou incidente, podendo chegar aos rios e nascente que compõe a bacia hidrográfica e até mesmo chegar ao lençol freático comprometendo o abastecimento de água potável para a comunidade de Itambé – Pr.

JUSTIFICATIVA 2  – CONJUNTURA ATUAL: Diante da conjuntura atual que compõe as Leis, diante dos fatos que tem ocorrido em diversos empreendimentos desta natureza instalados no Território Brasileiro, sendo que muitos destes casos que envolvem a operacionalização de aterros sanitários irregulares estão localizados no próprio Estado do Paraná, sendo que nem mesmo o “PODER DE ESTADO” conseguiu solucionar problema ambiental em aterros deflagrado pelas Autoridades Ambientais e pelo Ministério Publico, nos confirma os riscos iminentes que a comunidade de Itambé passara a ter caso venha a ser instalado o ATERRO INDUSTRIAL E SANITÁRIO REGIONAL no Município de Itambé.

JUSTIFICATIVA 3 – DEGRADAÇÃO DO PATRIMONIO PÚBLICO: Considerando que as estradas rurais e as ruas da cidade são de responsabilidade do Município, ciente que todo investimento feito em pavimentação asfáltica e revestimento primário é dinheiro provido pelo poder publico, sabendo que este patrimônio sofrera degradação em detrimento ao aumento de fluxo de caminhões de cargas que obrigatoriamente irão circular por estas vias para chegar até o local do empreendimento programado, danos estes que deve aumentar significativamente os custos de manutenção das ruas e estradas por onde irão trafegar os veículos de carga. Somente a manutenção das vias publicas, já devem consumir grande parte da receita que a Empresa acredita promover aos cofres públicos de Itambé.

JUSTIFICATIVA 4 – POLUIÇÃO AMBIENTAL NO TRANSPORTE: Os estudos já realizados por diversas Esferas Governamentais e Não Governamentais indicam que o dióxido do carbono emitido pela combustão de derivados de petróleo provoca poluição ambiental e o aumento de qualquer trafego de veículos de carga certamente irá deixar rastros de poluentes de dióxido de carbono no trajeto percorrido, quando não o gotejamento de poluentes líquidos que mesmo em ocasiões esporádicas devem acontecer, emitindo odor desagradável e ou quando não materiais como papéis e plásticos venham a desprender das cargas.

Devemos aqui também considerar o ruído provocado pelos caminhões ao circular no percurso que passa também pelo perímetro urbano de Itambé.

JUSTIFICATIVA 5 –  VOLUME DE LIXO PRODUZIDO EM ITAMBÉ – PARANÁ: O volume de lixo recolhido na Cidade de Itambé e destinado ao Aterro Sanitário“controlado” de Propriedade da Prefeitura Municipal de Itambé, gira em torno de 5 toneladas dia, chegando ao máximo a 100 toneladas mês.

Este volume de lixo, mesmo que depositado sem a devida separação dos materiais recicláveis, o impacto ambiental causado no local é consideravelmente bem menor que o impacto ambiental que o volume programado/estimado de 700 toneladas por dia de material a ser depositado pela Empresa Serrana Engenharia LTDA no Aterro Industrial e Sanitário programado.

Ciente que o maior volume de lixo a ser enterrado no local será proveniente de outras regiões e Municípios, não existem motivos sociais e econômicos que compensem os passivos ambientais que serão atribuídos á sociedade Itambeense e aos cofres públicos de Itambé – Pr.

JUSTIFICATIVA 5.1 – FATOR ECONÔMICO – ARRECADAÇÃO – RELAÇÃO CUSTO/BENEFICIO : Os passivos ambientais que recaíra aos cofres públicos e á sociedade Itambeense, além dos custos aferidos seja com o aumento das tarifas de coleta, transporte e destinação final, ou por consequências dos riscos ambientais e dos custos aferidos á comunidade pertinente ao fato de aprovar a instalação do empreendimento mesmo sabendo dos impactos iminentes de degradação ambiental, somando-se ao aumento dos custos de manutenção das vias publicas urbana e de acesso ao empreendimento, nos manifestamos contra a instalação deste empreendimento porque compromete grande parte do potencial econômico que a Empresa promete gerar aos cofres públicos de Itambé – Pr.

JUSTIFICATIVA 5.2 – FATOR SOCIAL – EMPREGO –  RELAÇÃO TRABALHO/SAÚDE: O fato da empresa dizer que vai gerar empregos à certos trabalhadores, não justifica o problema social que vai causar a toda sociedade Itambeense, provocado pelos danos a saúde publica, sem contar que toda atividade empregatícia dentro de um empreendimento como o aterro sanitário, é considerada insalubre á saúde do ser humano, portanto altamente prejudicial a saúde do trabalhador.

Somos contra a instalação do aterro industrial e sanitário regional em Itambé porque não existe beneficio econômico para o Município que justifique o custo social de um trabalhador sem saúde, muito menos de uma comunidade inteira.

JUSTIFICATIVA 6 – LEIS AMBIENTAIS E CAUSAS JUDICIAIS: As justificativas anteriores retratam a posição de riscos que a sociedade Itambeense vai assumir caso o empreendimento do aterro industrial sanitário regional venha a ser instalado por parte da Empresa interessada.

Todo e qualquer dano ambiental provocado pelo empreendimento em discussão, causado por meio de má administração ou decorrente de acidentes e/ou incidentes, de origem operacional ou fenômeno natural, o Instituto Ambiental do Paraná certamente  vai multar a empresa e recomendar/determinar a reestruturação da infraestrutura e ou da recuperação ambiental do solo degradado e das águas contaminadas. Deve aferir as multas e aumentar a arrecadação do Estado, enquanto nós ficamos com os prejuízos ambientais.

Estes motivos e muitos outros questionamentos que venham ocorrer no decorrer da vida útil do aterro sanitário nos próximos 25 anos, poderão virar causa judicial e diante das Leis existentes, restara para a comunidade de Itambé o direito de efetuar as marchas até o local do aterro, e os protestos a serem realizados nas ruas e na imprensa. até porque a Audiência publica exime o poder publico municipal de qualquer responsabilidade pela instalação do empreendimento.

Se o impacto negativo fica para a sociedade, a sociedade através do Movimento Preservar Para Viver se manifesta contra a instalação deste aterro industrial e sanitário regional em Itambé- Pr.

JUSTIFICATIVA 7 –  EXISTÊNCIA DE UM ATERRO SANITÁRIO MUNICIPAL E A CAPACIDADE DE IMPLANTAR A COLETA SELETIVA NA CIDADE DE ITAMBÉ – PR: O baixo volume de lixo doméstico e industrial gerado na cidade de Itambé e a capacidade dos Professores Municipais e Estaduais somado ao grau de alfabetização da população do Município são fatores que contribui com o Poder Executivo Municipal para implantar a COLETA SELETIVA DE LIXO na Cidade de Itambé. Com amparo Legal do Legislativo Municipal e apoio total da sociedade, fara com que tenhamos um baixíssimo risco de degradação ambiental e o mínimo de passivos ambientais.

Estas condições somando-se ao fato de que o Município é proprietário do aterro sanitário controlado,  justifica nossa posição contraria à proposta do empreendimento da Empresa Serrana Engenharia LTDA.

Com o patrimônio ambiental que temos, ao implantarmos a coleta seletiva teremos um grande resultado social, econômico e ecológico em beneficio de toda a comunidade, garantindo aumento de emprego e renda a diversos trabalhadores com baixo custo de coleta.

TEMOS CAPACIDADE E DEVER DE CONTRIBUIR COM O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL PARA IMPLANTAR A COLETA SELETIVA DOS RESIDUOS QUE GERAMOS E DESCARTAMOS. Isto justifica nossa posição contraria da instalação do empreendimento ora em questão, porque a Empresa Serrana não vai separar o volume total de lixo por lixo de diferentes materiais antes de enterrar.

JUSTIFICATIVA  8 – REFERENTE AS CONDIÇÕES FISICAS DO SOLO: Na mesma área pode se observar limitações devido ao afloramento de rocha e do lençol freático, na mesma área pode ser  observar existência de nascente de água, na mesma área pode ser observado declividade inadequada para implantar determinadas operações e ou implantação de infraestrutura físicas, e parte da área é inadequadas para implantação de aterro sanitário, contudo por ser uma área onde existe interesse por parte de meia dúzia de lideranças, e pelo fato de não existir nem um outro Município pleiteando um empreendimento de alto risco, mesmo assim os Estudos apontam a possibilidade de se instalar ali um aterro industrial e sanitário regional, o que não quer dizer que nós seremos obrigados a acetar e se responsabilizar, motivo que leva a ser contra a instalação deste empreendimento.

Por falta de espaço físico as lagoas do chorume serão instaladas em solo raso, com declividade inadequada que somado à sua estruturação de solo erosivo pode a qualquer fenômeno climático sofrer o rompimento e contaminar toda a bacia hidrográfica, atingindo também o lenços freático que aflora a poucos metros do local de depósito.

Podemos considerar diante de todas as limitações geotécnicas e da restrita área apta para implantação de aterro sanitário que o imóvel oferece, ambientalmente este imóvel não é local adequado para receber um Alvará de Licença Ambiental por parte de uma Instituição de Governo porque os parâmetros técnicos são mínimos e colocam em risco toda a comunidade com alto índice de impacto ambiental já iminente.

Levada estas e outras considerações geográficas nos posicionamos contra a instalação de um aterro industrial e sanitário regional em Itambé – Estado do Paraná conforme se planeja.

JUSTIFICATIVA 9 – QUANTO A CAPACIDADE DOS ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAIS DESCRITAS NO EIA / RIMA – A equipe de Estudos do CESUMAR, Instituição contratada para realizar o EIA/RIMA, instrumento básico para viabilizar aLicença Ambiental de Implantação e Operacionalização do ATERRO INDUSTRIAL E SANITÁRIO REGIONAL DE ITAMBÉ-PR, disponível na pagina online do Instituto Ambiental do Paraná, se descaracteriza e perde credibilidade inclusive do seu valor técnico quando encontramos no seu texto informações que são meramente cópias de outros Estudos realizados em outros Municípios e até mesmo de outras regiões do Estado, isto fica claro na pg 43 do caderno 01, que trata da localização do Município de Itambé – Paraná, onde indica uma distância de 337,58 Km entre a Cidade de Itambé e a Cidade de Curitiba – Capital do Estado, sendo que estamos a cerca de 100 km a mais de distância.

JUSTIFICATIVA 10 – CORRESPONDE AOS ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS DESCRITAS NO RELÁTÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL DO EI/RIMA: Também no documento  EIA / RIMA, mais precisamente no VOLUME 3 – Caderno de Análise dos impactos ambientais, encontra-se descrito em seu conteúdo pontos meramente COPIADOS de outros ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL E RELATÓRIOS sem ter a devida atenção por parte da equipe responsável pela sua elaboração de sequer alterar o nome do Município ao qual se destina a implantação do empreendimento ora em questão, descaracteriza todo e qualquer  levantamento/recomendação do EIA/RIAM….conforme retrata o texto  a seguir :

1. ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS E MEDIDAS MITIGADORAS

1.1. METODOLOGIA

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é apresentado neste capítulo como instrumento básico para auxiliar e facilitar a tomada de decisão sobre a implantação do Aterro Sanitário no Município de Marialva – PR. (Pg. 8 do Volume 3 EIA/RIMA).

————————-HÉHHÉÉ isso mesmo minha gente, nem para mudar o nome não tiveram atenção – conficurando cópia legitima do EIA/RIMA feito em Marialva – Pr.

ESTES SÃO OS ABSURDOS QUE PUDEMOS DEFINIR QUANTO A INSTALAÇÃO DO ATERRO INDUSTRIAL E SANITÁRIO REGIONAL EM ITAMBÉ – PR.

EDITADO E POSTADO POR VALDIR EDEMAR FRIES.

VEJAM TAMBÉM: https://valdirfries.wordpress.com/2011/01/28/analise-completa-do-eia-rima-2/

Sobre valdirfries

Téc. Agropecuário - 1980. Extensionista Rural da ACARPA/EMATER-Pr entre os anos 1981 a 1987, com serviços prestados nas regiões de UNIÃO DA VITÓRIA, CURITIBA, PATO BRANCO. Na região de MARINGÁ trabalhou mais especificamente na RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA - responsável téc. a nível de campo na implantação da adequação das estradas rurais nos municípios de FLORESTA E ITAMBÉ - Pr, concluindo os trabalhos do sistema de microbacias integradas em 100 % da área territorial dos dois municípios). PLANEJAMENTO E ASSESSORIA AGROPECUÁRIA - 1987 a 1996 em áreas do Estado do Paraná e do MATO GROSSO (Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso). Secretário de agricultura e meio ambiente de Itambé - Paraná de 88 a 1996. Vereador em Itambé - 97 a 2000. PLANEJAMENTO E ASSESSORIA PÚBLICA a partir de 1996, Com especialização na elaboração de planos de trabalho dos programas de governo; SICONV; De 1997 a 2010 realizou o acompanhamento e tramitação de processos de convênio de Municípios Paranaense junto aos Ministérios de Estado em Brasilia. Produtor Rural - Itambé Pr, a partir de 2008 tem se dedicado principalmente nas atividades da produção agrícola e na edição de artigos relacionados ao AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.
Esse post foi publicado em Uncategorized e marcado , , , . Guardar link permanente.