O AGRONEGÓCIO EM MEIO A INSTABILIDADE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS E DOS ATRITOS POLÍTICOS.

A palavra de ORDEM CONSTITUCIONAL estabelecida pelo poder democrático esta sendo banida pelos atuais Governantes. A insegurança jurídica aumenta no campo a cada dia que se passa, hora por questões ambientais, hora por questões de demarcações de terras indígenas, quando não pelas ações dos MSTs, se não bastasse tudo isso, agora o enrosco da REDE de Marina Silva.

Usando de um velho ditado, podemos afirmar que o Governo se esforça para “ESCONDER O SOL COM A PENEIRA”  e tenta empurrar com a barriga os efeitos de uma crise generalizada nos diversos setores econômicos e sociais. E se tratando de instabilidades e de crise politica , o AGRONEGÓCIO se encontra em meio aos fatos.

A instabilidade econômica que vem se acumulando pelas politicas públicas mal sucedidas do Governo, respingam diretamente no setor do AGRONEGÓCIO. Se não bastasse aos produtores rurais enfrentar as consequências com o aumento dos custos da produção decorrente das instabilidades, ao final do processo, sofrem a culpa de toda sociedade pelo aumento dos preços dos alimentos.

Embora o setor do AGRONEGÓCIO tenha enfrentado todas as consequências, o setor tem apresentado um bom crescimento, tem contido a aflição, e tem até agora, suportado toda insegurança provocada os direitos de propriedade, mas esta inquieto em meio aos ATRITOS POLÍTICOS que se acirram a nível nacional.

Mais uma vez o AGRONEGÓCIO é provocado por MARINA SILVA,  ex- senadora, sem mandato e longe da Floresta, Marina ficou presa à própria REDE, e acabou se enroscando no PSB de Eduardo Campos.

Num clima de incertezas nas composições das coligações partidárias articuladas para as disputas eleitorais de 2014, MARINA SILVA com toda sua posição ideológica não se conteve ao desacatar a aproximação do Deputado Federal RONALDO CAIADO com Eduardo campos. Para justificar o desafeto à resistência do Deputado às suas teorias ideológicas, a ex Senadora envolveu o setor do AGRONEGÓCIO em meio a crise política, causando um tsunami no PSB, provocando um LEVANTE NACIONAL de todas as lideranças de entidades e instituições do AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.

Um levante contra a atitude infama da ex Senadora, que na sua maneira ideológica, tenta tomar para si, a Bandeira da sustentabilidade ambiental, econômica e sócio cultural que os produtores rurais vem conquistando através da implementação de novas praticas tecnológicas.

Devemos informar a toda sociedade, que a grande maioria dos produtores rurais tem implementado o aumento da produção de forma estratégica ao longo dos anos. O setor do AGRONEGÓCIO vem usando de avançada tecnologia de produção garantindo a sustentabilidade ambiental.

É através da produção agropecuária das novas fronteiras que tem gerado a formação de comunidades, contribuído com o crescimento de novas cidade instaladas no imenso interior do nosso grande País.

O desenvolvimento social e cultural é visível em cada cidade que cresce no interior, cidades que tem no agronegócio a sua principal fonte de arrecadação.

É do agronegócio que o poder público de cada município tem conseguido viabilizar ações estratégicas, e possibilitar a elevação do IDH (índice de desenvolvimento humano) em suas comunidades. Estratégicas que beneficiam não somente os emigrantes que ali se estabelecem com a abertura das novas fronteiras agrícolas, mas que levam benefícios culturais a todos os povos das comunidades locais, muitas vezes esquecidos pelos  seus lideres instalados nos grandes centros.

São as novas fronteiras agrícolas que vem gerando o difusionismo cultural de todos os povos, de todas as raças e de todas as crenças. As estratégicas de sustentabilidade ambiental adotadas pelos produtores rurais tem preservado e recuperado grandes áreas de florestas.

O bem da verdade, é que não existe floresta que suporte o extrativismo ideológico e o enrosco da REDE de Marina Silva. Fragilizado, nem mesmo o PSB deve suportar. (http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/10/1355664-campos-tenta-desfazer-crise-com-ruralistas-apos-alianca-com-marina.shtml).

Manifestamos aqui o nosso apoio a este grande líder RONALDO CAIADO, defensor do AGRONEGÓCIO BRASILEIRO no CONGRESSO NACIONAL, um dos poucos entre tantos que se dizem membros da Frente Parlamentar da Agricultura.

Por Valdir Edemar Fries – Produtor rural.

Sobre valdirfries

Téc. Agropecuário - 1980. Extensionista Rural da ACARPA/EMATER-Pr entre os anos 1981 a 1987, com serviços prestados nas regiões de UNIÃO DA VITÓRIA, CURITIBA, PATO BRANCO. Na região de MARINGÁ trabalhou mais especificamente na RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA - responsável téc. a nível de campo na implantação da adequação das estradas rurais nos municípios de FLORESTA E ITAMBÉ - Pr, concluindo os trabalhos do sistema de microbacias integradas em 100 % da área territorial dos dois municípios). PLANEJAMENTO E ASSESSORIA AGROPECUÁRIA - 1987 a 1996 em áreas do Estado do Paraná e do MATO GROSSO (Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso). Secretário de agricultura e meio ambiente de Itambé - Paraná de 88 a 1996. Vereador em Itambé - 97 a 2000. PLANEJAMENTO E ASSESSORIA PÚBLICA a partir de 1996, Com especialização na elaboração de planos de trabalho dos programas de governo; SICONV; De 1997 a 2010 realizou o acompanhamento e tramitação de processos de convênio de Municípios Paranaense junto aos Ministérios de Estado em Brasilia. Produtor Rural - Itambé Pr, a partir de 2008 tem se dedicado principalmente nas atividades da produção agrícola e na edição de artigos relacionados ao AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.
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