DIANTE DA RECOMPOSIÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL… ativistas e ex dirigentes institucionais geram suspeitas… POR QUÊ???

SUSPEITA, GERA SUSPEITA… SUSPEITA GERA INSEGURANÇA…

A velha tentativa de implementação do Código Florestal Brasileiro por parte das ONGs ambientalistas, que ainda na década passada vinham infernizando os produtores rurais com denuncias junto ao Ministério Público para que os proprietários realizarem a recuperação ambiental em conformidade com a lei, tinha uma razão que começa a se justificar diante de todo o processo.

Diante de tantos produtores denunciados por ONGs ambientais, pressionados pelo Ministério Público, multados pelo IBAMA e ou pelos Institutos Ambientais Estaduais, a unica saída dos produtores rurais foi buscar o apoio da bancada ruralista para a alteração do código florestal…

O debate em relação as alterações ganhou espaço no final da década de 2000, e muito do que foi proposto para diminuir custos na implementação da recuperação florestal em beneficio dos produtores rurais, não foi aceito pelos movimentos ambientalistas, nem mesmo defendido pelos dirigentes de Instituições Ambientais Estaduais…

No entanto a recomposição de áreas florestais para compensação dos passivos das reservas legais fora da propriedade, não teve restrição por parte da maioria das ONGs, bem como a alteração deste item já era dada como certa por muitos dos dirigentes das Instituições Ambientais Governamentais desde o inicio dos debates, os quais involuntariamente partiram para a defesa, promovendo um verdadeiro lobby em favor da determinada possibilidade de se recompor áreas de passivo fora da propriedade… Porquê razão??? O que se pretendia diante de toda “flexibilização” que aconteceu, e  se tornou realidade em 2012 com a aprovação da lei 12651/12???

… Com a vigência das regras, passamos a entender o porque do interesse dos dirigentes das ONGs Ambientais, e também de certos dirigentes de determinadas INSTITUIÇÕES AMBIENTAIS GOVERNAMENTAIS na época, tinham como lobby a implementação da exigibilidade da compensação do passivo das reservas legais mesmo fora da propriedade rural…

O verdadeiro terrorismo ambiental, e todo o Lobby realizado por estes “ambientalistas” em relação a implementação da lei e a implantação das “reservas legais” tinha por finalidade principal, não tão somente a recuperação ambiental, mas sim o objetivo de buscar mecanismos para exigir do produtor rural a regulamentação da propriedade, que num futuro próximo lhe rendessem dividendos financeiros.

Certos de que a grande maioria dos produtores rurais, desde que o código florestal permitisse (assim que alterado), ao serem obrigados a se adequar a nova lei, os produtores, ao regulamentar as reservas legais, buscariam recompor o passivo ambiental de suas propriedades rurais em regiões distintas… e este fator era de interesse da maioria dos “ambientalistas”… Tanto é que foi aprovado.

Pensando nesta lógica, determinados “ambientalistas” passaram a defender a proposta lançada, mesmo sabendo que a “recomposição” do passivo ambiental fora da propriedade explorada não signifique “recuperação” ambiental…

Este fator sempre nos levou a suspeitar dos reais interesses de determinados dirigentes de ONGs e de certos Dirigentes de Instituições Governamentais, porque o lobby que se fazia por parte de muitos destes, era justamente para que houvesse a possibilidade de se recompor o passivo dentro do bioma, e isto aprovado em Lei, os dividendos econômicos eram tido como certo em benéfico próprio de certos “ambientalistas”.

Hoje os fatos começam a vir as claras, uma vez que certos “ativistas” ligados as ONGs ambientalistas, alienados a muitos ex dirigentes de Instituições Ambientais Governamentais…  vem agora atropelando os produtores rurais para realização do Cadastro Ambiental Rural, como também eles mesmos vem articulando a negociação de imóveis com áreas de florestas que podem ser utilizados para recompor o déficit florestal das propriedades agropecuárias em outras regiões… o que ao minimo gera suspeita…

Por quê? … Bem…

São muitos estudos que levaram ao levantamentos georreferenciais de áreas florestais possíveis de serem utilizadas como áreas de recomposição ambiental… Levantamento de áreas que estão servindo hoje de base para que os dirigentes de ONGs ambientais e  de ex dirigentes de Instituições Ambientais as utilizem em beneficio próprio… Levantamentos pagos por quem???

A recomposição de reservas legais dentro do bioma foi aprovada sem qualquer restrição, e todos os objetivos em relação ao terrorismo ambiental fomentado, vem a tona quando dirigentes de ONGs Ambientais procuram restringir as áreas de recomposição dentro do mesmo bioma, para que sejam feitas pelos produtores dentro do mesmo Estado da Federação em que pertence os imóveis com o passivo…

Há existência de uso da função em busca de interesses próprios, se caracteriza ainda mais, quando dirigentes de Instituições Ambientais na época do debate do código florestal, no uso de suas atribuições, nunca se manifestaram quanto aos custos da recuperação do passivo ambiental que recairia aos produtores rurais, e hoje com o objetivo voltado aos seus interesses, estes mesmo, na condição de ex dirigentes de determinadas Instituições Ambientais Estaduais, tentam agora atropelar a decisão dos produtores rurais para que nós produtores aderir ao Cadastro Ambiental Rural o quanto antes para nos “adequar a nova lei”, ao tempo em que eles mesmo alienados com ONGs, articulam as negociações das áreas possíveis de serem utilizadas na recomposição do passivo ambiental das  propriedades agropecuárias, aterrorizando os produtores rurais ao afirmar que deixar para a ultima hora, podem se prejudicar, devido o aumento do preço dos imóveis com áreas disponíveis para serem utilizadas, ou seja, nestas altura os preços estão sendo inflacionados por eles mesmo…

Então tá…

Enquanto dirigentes de ONGs tentam restringir o uso de áreas de recomposição de reservas dentro de cada Estado da Federação onde existe o passivo, ex dirigentes de Instituições Ambientais, com todo processo de levantamento de áreas possíveis de serem utilizadas na recomposição articulam negociações…

Viagem a UNIÃO DA VITÓRIA 010

Nada que “suspeite” de onde veio os recursos financeiros para realizar todo o processo de levantamento (georreferenciamento) das áreas disponíveis para serem utilizadas para recompor e ou compensar os passivos ambientais… NADA!!! Nada que o MINISTÉRIO PÚBLICO DEIXE DE INVESTIGAR…Pode não acontecer…

mas… DIANTE DA RECOMPOSIÇÃO DO PASSIVO AMBIENTAL… ativistas e ex dirigentes institucionais geram suspeitas… POR QUÊ? …PORQUE TENTAM ATROPELAR O PRODUTOR RURAL NA ADEQUAÇÃO DA LEI, AO TEMPO QUE PROPÕE RESTRINGIR AS ÁREAS DE RECOMPOSIÇÃO DENTRO DO MESMO ESTADO A QUE PERTENCE O IMÓVEL…

Por Valdir Edemar Fries – Produtor rural em Itambé – Pr.

Sobre valdirfries

Téc. Agropecuário - 1980. Extensionista Rural da ACARPA/EMATER-Pr entre os anos 1981 a 1987, com serviços prestados nas regiões de UNIÃO DA VITÓRIA, CURITIBA, PATO BRANCO. Na região de MARINGÁ trabalhou mais especificamente na RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA - responsável téc. a nível de campo na implantação da adequação das estradas rurais nos municípios de FLORESTA E ITAMBÉ - Pr, concluindo os trabalhos do sistema de microbacias integradas em 100 % da área territorial dos dois municípios). PLANEJAMENTO E ASSESSORIA AGROPECUÁRIA - 1987 a 1996 em áreas do Estado do Paraná e do MATO GROSSO (Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso). Secretário de agricultura e meio ambiente de Itambé - Paraná de 88 a 1996. Vereador em Itambé - 97 a 2000. PLANEJAMENTO E ASSESSORIA PÚBLICA a partir de 1996, Com especialização na elaboração de planos de trabalho dos programas de governo; SICONV; De 1997 a 2010 realizou o acompanhamento e tramitação de processos de convênio de Municípios Paranaense junto aos Ministérios de Estado em Brasilia. Produtor Rural - Itambé Pr, a partir de 2008 tem se dedicado principalmente nas atividades da produção agrícola e na edição de artigos relacionados ao AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.
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