AS FLORESTAS REMANESCENTES SENDO DIZIMADAS PELO PRÓPRIO MATO

Enquanto o Ministério do Meio Ambiente fica embalado nas “REDES” pregando moratória de soja no cerrado e combate a desmatamento no norte do País, o centro sul do Brasil vê a cada dia que passa suas FLORESTAS remanescentes sendo completamente dizimadas pelo próprio MATO.

Sim, as áreas de florestas do centro sul do País, sejam elas de grandes ou pequenas extensões de terra, estão sim sendo dizimadas pelo próprio MATO.

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O que os AMBIENTALISTAS não conseguem ver o que esta acontecendo em meio as FLORESTAS, mostramos aqui através das imagens… 

Todos os Brasileiros sabem…

Temos um Ministério de Meio Ambiente atrelado a um Governo que gasta milhões de reais para firmar compromissos Internacionais, participando das Conferencias entre as Partes – COP 22, para simplesmente fazerem “acordos” bilateral.

Os “acordos” que devem acontecer nestes dias em Marrocos, são os mesmos que ao final nunca deu e nunca vai dar em nada. São acordos que não acabam com o desmatamento e nem resolvem as questões do “tal aquecimento global”… Já se foram décadas discutindo o indiscutível e gastando milhões na pregação de uma ideologia desnecessária, enquanto na prática nada é feito por estes mesmos ideologistas em proteção do meio ambiente.

Até porque enquanto se discute a emissão dos gazes, são os “cipós” de toda e qualquer espécies, e demais plantas como por exemplo os “aranha gatos” que estão colocando as florestas ao chão.

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A cada ano que se passa, tem aumentado significativamente a infestação destas pragas nativas em meio as florestas…

São árvores de perobas rosa, canafístulas, gurucaias, jequitibás e tantas outras espécies de árvores nativas, de madeiras nobre, que estão tendo suas copadas descepadas pelo grande emaranhado de cipós, e com o tempo o peso do emaranhado dos cipós, somado a força dos ventos acabam vindo ao chão…

As árvores sem as suas copadas, com o tempo o ponteiro dos troncos começam a apodrecer, e com o passar dos anos, a qualquer tempestade de vento, o restante do tronco acaba caindo em meio a floresta e ou em meio as lavouras….

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Ou o Ministério do Meio Ambiente juntamente com seus Institutos Ambientais e Secretarias de Estados do Meio Ambiente implantem um Programa de recuperação e manejo das Florestas remanescentes para o centro sul do Brasil, ou a cada ano que se passa estaremos vendo nossa floresta vindo abaixo, NÃO PELAS MOTOSSERRAS mas árvores centenárias sendo dizimadas pelo próprio mato…

Devemos lembrar que o “emaranhado” das Leis Brasileiras, em especial a legislação ambiental, e por força da Legislação, toda mata nativa fica intocável.

Sendo assim, ficamos proibidos de realizar o manejo das florestas, porque NÃO temos LIBERDADE NEM AUTORIZAÇÃO para realizar qualquer corte mata adentro, mesmo que seja o corte dos cipós e dos arranha gatos que estão transformando nossas florestas em verdeiros desertos verde.

Mesmo sabendo que uma simples (apesar de árdua) tarefa de roçada para limpeza dos troncos das árvores resolveria grande parte do problema… Proibidos, ficamos assistindo o ataque das invasoras…

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Ou as Secretarias de Estado do Meio Ambiente e o Próprio Ministério do Meio Ambiente acordam para a questão, e tomem atitude de uma vez por todas, e comessem a se preocupar em formalizar um programa de manejo e recuperação dos remanescentes, ou dentro de 30 a 50 anos as madeiras nobres serão extintas pela própria força da natureza.

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De nada resolve nós produtores rurais sermos obrigados por força da lei a deixar 20 por cento da área do imóvel para reserva legal, se em meio a estas áreas o pouco de floresta remanescente que existe, continuar largadas ao emaranhado de cipós e arranha gatos, restando ao final apenas uma REDE de colchão para proteção de “cobras e lagartos”.

Por Valdir Edemar Fries. Produtor rural em Itambé – Paraná.

Sobre valdirfries

Téc. Agropecuário - 1980. Extensionista Rural da ACARPA/EMATER-Pr entre os anos 1981 a 1987, com serviços prestados nas regiões de UNIÃO DA VITÓRIA, CURITIBA, PATO BRANCO. Na região de MARINGÁ trabalhou mais especificamente na RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA - responsável téc. a nível de campo na implantação da adequação das estradas rurais nos municípios de FLORESTA E ITAMBÉ - Pr, concluindo os trabalhos do sistema de microbacias integradas em 100 % da área territorial dos dois municípios). PLANEJAMENTO E ASSESSORIA AGROPECUÁRIA - 1987 a 1996 em áreas do Estado do Paraná e do MATO GROSSO (Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso). Secretário de agricultura e meio ambiente de Itambé - Paraná de 88 a 1996. Vereador em Itambé - 97 a 2000. PLANEJAMENTO E ASSESSORIA PÚBLICA a partir de 1996, Com especialização na elaboração de planos de trabalho dos programas de governo; SICONV; De 1997 a 2010 realizou o acompanhamento e tramitação de processos de convênio de Municípios Paranaense junto aos Ministérios de Estado em Brasilia. Produtor Rural - Itambé Pr, a partir de 2008 tem se dedicado principalmente nas atividades da produção agrícola e na edição de artigos relacionados ao AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.
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