OS SENADORES QUEREM MAIS UNS TROCADILHOS DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA É OMISSO AO ASSUNTO.

Senadores NÃO ficaram satisfeitos com os beneficos que a REFORMA DA PREVIDÊNCIA vai proporcionar ao País. Eles, certos Senadores querem mais, “pouca coisa” dizem eles… Algo em torno de SESSENTA BILHÕES DE REAIS, conforme previsto pela CCJ do Senado Federal.

SESSENTA BILHÕES DE REAIS, que ao final da história, da forma que sempre acontece na tributação Brasileira, todo este dinheiro previsto, devem sair do bolso de quem produz alimento.

Este novo TRIBUTO, pode ser taxado através da PEC PARALELA, editada e gerida no SENADO FEDERAL, que, se aprovada da forma que esta sendo conduzida, vai impor a cobrança da contribuição previdenciaria em determinados produtos de exportação, comprometendo a competitividade de nossa produção agropecuária junto ao mecado globalizado, hoje tão disputado a nivel mundial.

O CONGRESSO NACIONAL, promulgou a Emenda Constitucional 103/2019. Gerada pelo Poder Executivo, a PEC 06/2019, a conhecida REFORMA DA PREVIDÊNCIA, foi gerrida num periodo de 9 meses entre os Deputados Federais e Senadores. A aprovação desta REFORMA DA PREVIDÊNCIA, ora promulgada, já garantiu ao Brasil, o aumento da confiança dos investidores, queda de juros, e retomada do crescimento ao País.

Para que se entenda, os Senhores Senadores, NÃO puderam se indispor com todo o clima POSITIVO que vem acontecendo na economia Brasileira, principalmente após a PEC 6/2019 ter sido aprovada na CÂMARA DOS DEPUTADOS.

Inconformados, e querendo mais uns trocados para os cofres públicos, a CCJ do Senado criou a PEC PARALELA, que em seu Artigo 7º, cria a taxação dos produtos de exportação. Isto nada mais é que uma contribuição Previdenciaria, ou digamos, um FUNRURAL sobre as exportações da produção AGROPECUÁRIA BRASILEIRA.

O texto base da PEC PARALELA – PEC 133/2019, já foi aprovado na CCJ, e em Plenario, para finalizar no SENADO, ficou faltando a votação das emendas e dos destaques em separado. Depois, ainda a PEC deve ser encaminhada para a CÂMARA DOS DEPUTADOS, e lá debatida, e votada pelos Deputados Federais.

Embora a PEC PARALELA ainda tenha que passar pelo grivo dos Deputados Federais, salientando que os DEPUTADOS FEDERAIS já se opuseram a esta possibilidade de taxar as exportações quando debateram e votaram para aprovar a PEC 6/2019 da REFORMA DA PREVIDÊNCIA. Mesmo assim, os produtores rurais e Entidades afins, buscam apoio dos SENADORES para suprimir o texto do Artigo 7º da PEC PARALELA – 133/2019, isto pode ser derubado ainda no SENADO FEDERAL, através de emenda e ou destaque que serão discutidos e votados a partir do dia 18 de novembro de 2019.

Graças a falta de quórum para votação no SENADO FEDERAL, a conclusão da votação da PEC PARALELA ficou para a proxima semana, com isto, os produtores rurais tem mais uma semana de prazo para tentar derrubar ainda no SENADO FEDERAL, o Artigo que trata de mais uma taxação do AGRO de interesse de determinados SENADORES.

Na tentativa de derrubar a proposta desta nova tributação dos produtos agropecuários destinados ao mercado exterior, a SENADORA SORAYA THRONICKE já protocolou um DESTAQUE para votação em separado do Artigo 7º, que dispõe sobre a supressão deste artigo da PEC 133/2019.

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A senadora SORAYA THRONICKE já apresentou um DESTAQUE, que se aprovado pelos demais SENADORES, derruba a proposta de cobrança de contribuição PREVIDENCIARIA sobre os produtos agropecuários de exportação.
A SENADORA SORAYA do Mato Grosso do Sul defende o agro, defende o desenvolvimento do País, e NÃO aceita novos tributos sobre as exportações da produção AGROPECUÁRIA BRASILEIRA.
A senadora SORAYA, defende o AGRO, e NÃO aceita os TROCADILHOS que determinados SENADORES tentam cobrar do AGRONEGÓCIO através da PEC PARALELA.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DE OLHOS VENDADOS:

Frente aos riscos de sofrer novas tributações, nós produtores rurais de todo o Brasil, nos questionamos… O porque do silêncio do MINISTÉRIO DA AGRICULTURA frente ao fato… Porque a Ministra da Agricultura TERESA CRISTINA não se manifesta em relação a taxação do AGRO que o SENADO FEDERAL incluiu na PEC PARALELA, um novo tributo que pode comprometer o comécio dos produtos da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA no mercado externo?

A Ministra da Agricultura Teresa Cristina, tem viajado o mundo em busca de novos mercados, ela tanto se esforça em abrir novos mercados, tem feito um bom trabalho neste sentido, porém frente a este novo tributo, que, se aprovada a nova taxação que tramita no SENADO FEDEERAL, novos negócios dificilmente serão concretizados, até porque, o mecado mundial NÃO compra tributos, compra alimentos…

Neste sentido acreditamos que já passou da hora do MINISTÉRIO DA AGRICULTURA se manifestar através de NOTA OFICIAL se posicionando CONTRA mais este tributo que o SENADO FEDERAL esta tentando imputar sobre a produção AGROPECUÁRIA BRASILEIRA.

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/11/12/sem-quorum-conclusao-da-pec-paralela-da-previdencia-fica-para-a-semana-que-vem?utm_source=hpsenado&utm_medium=carousel_1&utm_campaign=carousel

Devido a falta de quórum no plenario do SENADO FEDERAL, os produtores rurais ganharam tempo, e neste tempo, esperam que o MINISTÉRIO DA AGRICULTURA se manifeste contrario a aprovação de novo tributo sobre os produtos de exportação.

Neste mesmo periodo, os produtores estão trabalhando em busca de apoio, e cobrando de cada SENADOR de cada um dos Estado Brasileiro, para que os senadores aprovem o DESTAQUE de autoria da Senadora SORAYA THRONICKE, quando da votação em separado do Artigo 7º com objetivo, e dispõe em reprimir o texto deste Artigo da PEC PARALELA.

Nós produtores rurais de todo o País, contamos com o apoio e a compreenção dos SENADORES DA REPUBLICA, em beneficio do desenvolvinto do setor produtivo e do crescimento da Economia Brasileira.

Por Valdir Edemar Fries – Produtor rural em Itambé, Paraná.

Sobre valdirfries

Téc. Agropecuário - 1980; Extensionista Rural da ACARPA/EMATER-Pr entre os anos 1981 a 1987, com serviços prestados nas regiões de UNIÃO DA VITÓRIA, CURITIBA, PATO BRANCO. Na região de MARINGÁ trabalhou mais especificamente na RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA - responsável téc. a nível de campo na implantação da adequação das estradas rurais nos municípios de FLORESTA E ITAMBÉ - Pr, concluindo os trabalhos do sistema de microbacias integradas em 100 % da área territorial dos dois municípios); PLANEJAMENTO E ASSESSORIA AGROPECUÁRIA - 1987 a 1996 em áreas do Estado do Paraná e do MATO GROSSO (Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Sorriso); Secretário de agricultura e meio ambiente de Itambé - Paraná de 1988 a 1996; PLANEJAMENTO E ASSESSORIA PÚBLICA a partir de 1996, Com especialização na elaboração de planos de trabalho dos programas de governo; SICONV; De 1997 a 2010, realizou o acompanhamento e tramitação de processos de convênio de Municípios Paranaense junto aos Ministérios de Estado em Brasilia. PRODUTOR RURAL EM ITAMBÉ - PARANÁ; A partir de 2008, tem se dedicado principalmente nas atividades da produção agrícola, e na edição de artigos relacionados ao AGRONEGÓCIO BRASILEIRO. Tem participado constantemente de Seminários e Fóruns de Debates do setor produtivo, e em manifestações públicas em defesa dos interesses dos Produtores Rurais em atividades além da porteira, sempre em busca de garantir e promover o desenvolvimento econômico e social do AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.
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  1. Pingback: PEC PARALELA – APÓS DEFENDER A CRIAÇÃO DE NOVOS TRIBUTOS, SENADOR HEINZE, TAXA PRODUTORES RURAIS E SUAS LIDERANÇAS DE “FOFOQUEIROS” E “JAGUARAS” | Blog Valdir Fries

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