TERCEIRA SAFRA ANO – MAIS PRODUÇÃO, MAIS EMPREGO E RENDA, PARA GARANTIR O CRESCIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL PARA O PAÍS.

COM PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA É POSSÍVEL VIABILIZAR TRÊS SAFRAS ANO – SOJA; MILHO; TRIGO.

Em um passado recente, os produtores rurais de diversas regiões do País, na busca de alternativas para melhor explorar o potencial produtivo de suas terras, com o objetivo de aumentar seus rendimentos, e garantir a viabilidade econômica da propriedade, passaram diversificar o cultivo de inverno, plantando diferentes culturas nos períodos de entre safra, a exemplo da canola e do milho.

O cultivo da canola não se viabilizou nas regiões de climas mais quentes, mas esta sendo cultivada como opção de inverno nos campos do Centro Sul do Paraná, ao Rio Grande do Sul. Já nas regiões do Oeste do Paraná e do Centro ao Norte e Noroeste do Paraná, subindo ao Cento Oeste Brasileiro, a Cultura do MILHO SAFRINHA foi a opção que se viabilizou ao longo dos anos.

Ao longo dos anos, com os investimentos feitos em desenvolvimento genético de novas cultivares, o denominado MILHO SAFRINHA com é conhecido, já é considerado hoje a SEGUNDA SAFRA AGRÍCOLA BRASILEIRA, com um volume de produção que surpreende a cada ano, principalmente nos anos em que o fator clima apresenta condições climáticas consideradas normais, os produtores rurais tem obtido bons resultados de produtividade

O setor de pesquisa tanto a EMBRAPA, como também as Empresas de iniciativa privada tem investido em tecnologia, e tanto as novas tecnologias que se obteve na cultura do milho, a pesquisa também alcançou excelentes resultados de melhoria genética na cultura da soja.

A somatória da tecnologia empregada nas sementes de novas cultivares, como também o manejo realizado a campo pelos PRODUTORES RURAIS, que vem a cada ano realizando um planejamento estratégico em relação a época de plantio, se adequando a um zoneamento econômico e ecológico, que permitir a implantação de uma TERCEIRA SAFRA ANO, em uma mesma área de terra.

Com a alteração do período do vazio sanitário da soja no Paraná, é possível antecipar o inicio do plantio de soja para os primeiros dias de setembro, fazendo uso das cultivares de ciclo precoce, a soja é colhida na primeira quinzena de janeiro, e já na sequência, realizando o plantio do milho safrinha, é possível colher a lavoura do milho em meados do mês de Maio.

A exemplo dos últimos anos, muitos produtores rurais estão conseguindo planejar e adequar um novo zoneamento econômico e ambiental, que permite, e abre um espaço de tempo ideal para implantar uma TERCEIRA SAFRA ANO, na mesma área de terra.

Uma das culturas que vem sendo cultivada na TERCEIRA SAFRA, é a cultura do TRIGO, e ou a cultura da AVEIA.

Em ambas as opções, tanto da cultura do trigo, e ou da cultura da Aveia, a principio o objetivo que se tem com o plantio da TERCEIRA SAFRA, em primeiro plano, é realizar a cobertura do solo e formação da palhada, buscando no segundo momento, um beneficio através da cobertura do solo.

O aumento na formação da palhada de cobertura deixado pela cultura do trigo, evita a germinação e emersão de ervas daninhas, o que proporciona aos produtores rurais uma economia financeira com a redução do uso agrotóxicos usados em casos quando o solo fica exposto a um longo período de entre safra… ACESSE – TERCEIRA SAFRA ANO – ECONOMICAMENTE COMPROMETIDA, TECNICAMENTE VIÁVEL.
https://valdirfries.wordpress.com/2017/09/27/terceira-safra-ano-economicamente-comprometida-tecnicamente-viavel/

O plantio do trigo, e ou de aveia sobre a palhada de milho, tem sido realizada pelos produtores rurais da forma tradicional pelos que já tem suas plantadeiras especificas. Ou seja, plantio no sulco distribuído em linha o que permite realizar uma regulagem mais precisa e se consegue um stande de plantas uniforme e mais adequado através do uso das plantadeiras.

Uma segunda forma de plantio, é a semeada a lanço, o que é perfeitamente possível.

Historicamente, a cultura do trigo sempre foi semeada a lanço, e hoje com o uso da maquina equipada com GPS, e equipamento que possibilite uma regulagem de volume e distribuição adequada da semeadura, se consegue obter um stand de plantas a contento, sem a necessidade de maiores investimentos em novas maquinas, ao menos enquanto se busca garantias de viabilidade econômica para a TERCEIRA SAFRA ANO.

No nosso caso, particularmente temos feito uso do sistema de plantio a lanço, e no uso desta pratica, a operacionalização de plantio não se resume simplesmente em semear as sementes sobre a palhada do milho.

Para que se consiga fazer com que as sementes de TRIGO chegue ao solo, se faz necessário realizar uma operacionalização para revolver a palhada do milho, que pode ser através de um rolo faca, e ou fazendo uso de uma grade niveladora.

Saliento que a grade a ser usada é a niveladora, e nunca a grade aradora, uma vez que o objetivo é revolver a palhada do milho, sem remover a camada superficial do solo.

Ao fazer o uso da grade niveladora, esta deve estar regulada de tal forma que revolva a palhada do milho, sem remover o solo.

Saibam que o objetivo da gradagem é revolver a palhada do milho para fazer com que a semente chegue ao solo, e assim proporcionar a germinação e emersão das plantas de trigo.

Esta pratica de plantio, tem dado resultados satisfatório em anos anteriores, em primeiro porque se preserva a palhada do milho sobre a superfície da terra, em segundo porque conseguimos um stand de plantas satisfatório, e em terceiro porque é uma pratica de baixo custo operacional, sem a necessidade de maiores investimentos…

Segue imagens do stand de plantas e da lavoura de trigo semeado a lanço:

Devemos registrar que a terceira safra ano, só se viabiliza se tivermos um planejamento estratégico, o qual se inicia ainda no inicio do ano safra, em primeiro fazendo um acompanhamento incisivo em relação as previsões climáticas, em segundo, a escolha de cada cultivar, desde a soja, do milho e também do trigo.

Da mesma forma que os produtores rurais acreditaram que ao longo dos anos, poderíamos conseguir viabilizar o cultivo do MILHO SAFRINHA na segunda safra, e isto foi conquistado através dos investimentos feitos em pesquisa e pelos produtores rurais… Hoje, mais do que nunca, tenho a certeza de podermos viabilizar economicamente e tecnicamente o cultivo da TERCEIRA SAFRA ANO.

Todo o setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA tem se dedicado e alcançado resultados em beneficio de toda cadeia do AGRONEGÓCIO, gerando renda e garantido o aumento de emprego em cada cidade do interior do Brasil...

O aumento de emprego que geramos, de modo geral, muitas vezes não é observado pela população de cada cidade, mas quando se analisa, a exemplo do que se conseguiu com a cultura do MILHO SAFRINHA, abrindo espaço para os profissionais da pesquisa, empregando milhares de Engenheiros Agrônomos na difusão da tecnologia, somando-se os empregados na construção de armazéns, na industria de maquinas e equipamentos, garantindo emprego permanente aos funcionários de classificação, balanceiros, de recebimento e beneficiamento, secagem e armazenamento…

Quando os GOVERNOS INVESTEM EM PESQUISA, os produtores rurais investem em novas tecnologias, e conseguimos viabilizar o aumento da produção, consequentemente viabilizamos a garantia de emprego aos irmãos caminhoneiros, que gera emprego em toda cadeia envolvida no transporte, desde o borracheiro até os grandes conglomerado da industria do setor de transporte.

É pensando no DESENVOLVIMENTO SÓCIO ECONÔMICO DO BRASIL, que nós produtores rurais estamos a campo, investindo, plantando e produzindo alimento e riqueza para o nosso País, esperando que um dia, GOVERNO E SOCIEDADE RECONHEÇAM O ESFORÇO DE CADA PRODUTOR E CADA TRABALHADOR ENVOLVIDO NO SETOR PRODUTIVO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO.

Por Valdir Fries – Produtor rural em Itambé – Pr.

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MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO É O MANIFESTO DO AGRO EM APOIO AS REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA

O Brasil precisa das reformas, e a força motriz para que elas aconteçam é a nossa união. Sendo assim, temos a honra de convidar a todos os produtores rurais, lideranças e autoridades para participar do MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO, com o tema: “O Agro em favor das reformas”, marcado para acontecer no dia 16 de maio de 2019, a partir das 14:00 horas, na Feira AgroBrasília, no Parque Tecnológico de Brasília/DF.

O MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO, tem em pauta o objetivo de conhecer os PROJETOS DO NOVO GOVERNO, questionar e debater com um só objetivo : Assumir e dar todo apoio do setor produtivo do AGRONEGÓCIO BRASILEIRO na aprovação dos PROJETOS DE LEIS das REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA.

PROGRAMAÇÃO:

MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO – 16 DE MAIO, AGROBRASÍLIA, BRASÍLIA/DF – “O AGRO EM FAVOR DAS REFORMAS”
• 14:00 Horas – ABERTURA
• 14:30 Horas – ORADORES INSCRITOS FARÃO A DEFESA DE CADA UMA DAS REFORMAS:

  • Reforma da PREVIDÊNCIA. Convidado:

MINISTRO DA ECONOMIA PAULO GUEDES; Uso da palavra por 30 minutos.

  • Pacote PROJETO ANTICORRUPÇÃO. Convidado:

MINISTRO DA JUSTIÇA SERGIO MORO; uso da palavra por 30 minutos.

  • Reforma TRIBUTÁRIA. Convidado: Representante técnico do MINISTÉRIO DA ECONOMIA; Uso da palavra por 30 minutos.

• As 16:00 horas: PALAVRA FRANQUEADA ÀS LIDERANÇAS DO MOVIMENTO EM APOIO AS REFORMAS;

• 16:30 – PALAVRA FRANQUEADA AS LIDERANÇAS POLÍTICAS;

• 17;00 Horas – Enceramento com a entrega MANIFESTO DO AGRO em FAVOR DAS REFORMAS ao PRESIDENTE DA REPÚBLICA:

Ilustríssimo senhor Presidente JAIR BOLSONARO.

Entrega do MANIFESTO DO AGRO solicitando empenho e dedicação dos nobres Parlamentares para o debate, e votação dos Projetos de Leis, aos Presidentes da Câmara dos Deputados Federais e ao Presidente do Senado Federal.

O MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO, é um movimento independente dos produtores rurais de todo o País, e conta com o apoio e participação das suas Entidades representativas relacionadas a seguir:

  • 1 ANDATERRA – BR.
  • 2 AGROBRASILIA – DF.
  • 3 SINDICATO RURAL – DF.
  • 4 APROSOJA – MT.
  • 5 APROSOJA – PR
  • 6 COOPERATIVA COCARI – PR, COCARI GO/MG.
  • 7 SEAB – PR.
  • 8 SIND. RURAL DE JATAÍ – GO.
  • 9 SUCESSO NO CAMPO.
  • 10 A VOZ DO CAMPO.
  • 11 AFRIG.
  • 12 PRODUTORES INDEPENDENTES – MS.
  • 13 SIND. RURAL DE CAPINZAL – SC.
  • 14 SIND. RURAL DE CAMPO FLORIDO – MG.
  • 15 COOP. AGROINDUSTRIAL DE ARAPIRACA – AL.
  • 16 NÚCLEO DOS SIND. RURAIS DO TRIANGULO MINEIRO E ALTO PARNAÍBA – MG.
  • 17 ASSOCIAÇÃO DOS AGRI. DA BAHIA – AIBA – BA.
  • 18 APROSOJA – BA.
  • 19 MOV. TE MEXE PRODUTOR – MUDA BRASIL – RS
  • 20 SIND. RURAL DE PARA DE MINAS – MG.
  • 21 APROSOJA – MG.
  • 22 SINDICATO RURAL DE VENCESLAU – SP.
  • 23 IBDAGRO – BR.
  • 24 APROSOJA – PI.
  • 25 SIND. RURAL DE PORTO MURTINHO – MS.
  • 26 APROSOJA – PA.
  • 27 SIND. RURAL DE CANARANA – MT.
  • 28 SIND. RURAL DE BALSAS – MA.
  • 29 SIND, RURAL DE COXIM – MS.
  • 30 UNATRANS – BR.
  • 31 ASSOC. DOS FORNECEDORES DE CANA DE CAMPO FLORIDO – CANACAMPO – MG.
  • 32 ASSOC. DOS PRODUTORES DA SERRA DA FORTALEZA DE SANTA FILOMENA – APROFORTE – PI.
  • 33 ASSOC. NACIONAL DOS PRODUTORES DE ALHO – ANAPA – BR.
  • 34 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES DE CEBOLA – ANACE. BR.
  • 35 CTG QUERENCIA COIANIA JATAÍ – GO.
  • 36 APROSOJA BRASIL.
  • 37 ASSOC. DOS FORNECEDORES DE CANA DE ORINDIÚVA – ORICANA – SP.
  • 38 ASSOC. DOS FUNCIONÁRIOS DE CANA DA REGIÃO DE ITURAMA – ASFORAM – MG.
  • 39 FRENTE PRODUTIVA DO CAFÉ EM MINAS – CCAMOG – MG.
  • 40 ASSOCIAÇÃO AGRICULTURA FORTE – ES.
  • 41 ASSOC. DE CRIADORES DE GADO DO OESTE DA BAHIA – BA.
  • 42 APROSOJA – GO.
  • 43 SIND. RURAL DE ARARAQUARA – SP.
  • 44 ASSC. DE FORNECEDORES DE CANA DE AÇÚCAR DE PERNANBUCO – PE.
  • 45 FEDERAÇÃO DOS PLANTADORES DE CANA – FEPLANA – BR.
  • 46 ASSOCIAÇÃO DOS CAFEICULTORES DO BRASIL – SINCAL – BR.
  • 47 SINDICATO RURAL DE PASSO FUNDO – RS.
  • 48 ASSOC. DOS FORNECEDORES DE CANA DE ARARAQUARA – CANASOL – SP.
  • 49 ASSOC. DOS CRIADORES DO PARÁ – ACRIPARÁ – PA.
  • 50 ASSOC. DOS PLANTADORES DE CANA DA PARAIBA – ASPLAN – PB.
  • 51 ASSOC. DE PEQUENOS AGRICULTORES DE ILHEUS UNA E BUARAREMA – ASPAIUB – BA.
  • 52 SINDICATO RURAL DE CAMPO GRANDE – MS.
  • 53 SINDICATO RURAL DE ROCHEDO – MS.
  • 54 SINDICATO RURAL DE CORGUINHO – MS.
  • 55 ASSOC. PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DE CAUCAIA – ADESC – CE.
  • 56 COOPERATIVA DOS AGRICULTORES FAMILIARES DE JOAQUIM GOMES E REGIÃO – COOPAF – AL.
  • 57 COOPERATIVA BATAVO NORDESTE – BALSAS – MA.
  • 58 SINDICATO RURAL DE CRISTALINA – GO.
  • 59 SINDICATO DA INDÚSTRIA DE CARNES E DERIVADOS DO ESTADO DA BAHIA – SINCAR – BA.
  • 60 CONSELHO NACIONAL DA PECUÁRIA DE CORTE – CNPC – BR.
  • 61 SOCIEDADE NACIONAL DE AGRICULTURA – SNA -RG.
  • 62 PRODUTORES INDEP. DE CAROLINA – MA.
  • 63 ASSOC. ESTADUAL DE AVICULTURA INTEGRADA DO MATO GROSSO DO SUL – AVIMASUL -MS.
  • 64 SINDICATO RURAL DE ARAÇATUBA – SIRAN – SP.
  • 65 SINDICATO RURAL DE CAIAPONIA – GO.
  • 66 ASSOC. DE PLANTADORES DE CANA DO OESTE DE SÃO PAULO – CANA OESTE – SERTÃOZINHO – SP.
  • 67 SINDICATO RURAL DE BEBEDOURO – SP.
  • 68 SINDICATO RURAL DE SINOP – MT.
  • 69 SINDICATO RURAL DE RIO VERDE – GO.
  • 70 SINDICATO RURAL DE SAPEZAL – MT.
  • 71 SINDICATO RURAL DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES – BA.
  • 72 SINDICATO RURAL DE BRITÂNIA E ARUANÃ -GO.
  • 73 SINDICATO RURAL DE TAPURAH – MT.
  • 74 PRODUTORES INDEPENDENTES DO PARANÁ – PR.
  • 75 SINDICATO RURAL DE ITUMBIARA – GO.
  • 76 SINDICATO RURAL DE ANTONIO JOÃO – MS.

Inscreva a sua Entidade, sua Associação, sua Cooperativa e o seu Sindicato, e venha participar do MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO.

Contatos e inscrições pelo fone e ou whatsApp:

(44) 999936432 – (48) 991560636 – (64) 999963610

JUNTE-SE A NÓS, É AGRO, É BRASIL

Por Valdir Fries – Produtor Rural em Itambé, Paraná.

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O AGRO DEFENDE AS REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA – MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO.

Os produtores rurais de todo o País, através de suas Associações, Entidades, Sindicatos, Instituições e Cooperativas, estarão realizando o MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO em Brasilia DF.

O AGRO estará se manifestando no dia 16 de maio de 2019, no Parque Tecnológico de Brasilia, ocasião em que acontece a FEIRA AGROBRASILIA.

O Ato Público é um manifesto do AGRO em APOIO AS REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA.

Fica o convite a todos os produtores rurais, lideranças e entidades representativas, Cooperativas e Empresários e Industriais da cadeia do AGRONEGÓCO BRASILEIRO.

O AGRO UNIDO EM APOIO AS REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA
MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO

PRODUTORES RURAIS, se organizem, se programem e participem do MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO.

confirmem a participação da sua representatividade, Associações, Entidades, Sindicatos, Instituições e Cooperativas, e venha fazer parte do manifesto

JUNTE-SE A NÓS, É AGRO, É BRASIL:

  • 1 ANDATERRA – BR.
  • 2 AGROBRASILIA – DF.
  • 3 SINDICATO RURAL – DF.
  • 4 APROSOJA – MT.
  • 5 APROSOJA – PR
  • 6 COOPERATIVA COCARI – PR, COCARI GO/MG.
  • 7 SEAB – PR.
  • 8 SIND. RURAL DE JATAÍ – GO.
  • 9 SUCESSO NO CAMPO.
  • 10 A VOZ DO CAMPO.
  • 11 AFRIG.
  • 12 PRODUTORES INDEPENDENTES – MS.
  • 13 SIND. RURAL DE CAPINZAL – SC.
  • 14 SIND. RURAL DE CAMPO FLORIDO – MG.
  • 15 COOP. AGROINDUSTRIAL DE ARAPIRACA – AL.
  • 16 NÚCLEO DOS SIND. RURAIS DO TRIANGULO MINEIRO E ALTO PARNAÍBA – MG.
  • 17 ASSOCIAÇÃO DOS AGRI. DA BAHIA – AIBA – BA.
  • 18 APROSOJA – BA.
  • 19 MOV. TE MEXE PRODUTOR – MUDA BRASIL – RS
  • 20 SIND. RURAL DE PARA DE MINAS – MG.
  • 21 APROSOJA – MG.
  • 22 SINDICATO RURAL DE VENCESLAU – SP.
  • 23 IBDAGRO – BR.
  • 24 APROSOJA – PI.
  • 25 SIND. RURAL DE PORTO MURTINHO – MS.
  • 26 APROSOJA – PA.
  • 27 SIND. RURAL DE CANARANA – MT.
  • 28 SIND. RURAL DE BALSAS – MA.
  • 29 SIND, RURAL DE COXIM – MS.
  • 30 UNATRANS – BR.
  • 31 ASSOC. DOS FORNECEDORES DE CANA DE CAMPO FLORIDO – CANACAMPO – MG.
  • 32 ASSOC. DOS PRODUTORES DA SERRA DA FORTALEZA DE SANTA FILOMENA – APROFORTE – PI.
  • 33 ASSOC. NACIONAL DOS PRODUTORES DE ALHO – ANAPA – BR.
  • 34 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES DE CEBOLA – ANACE. BR.
  • 35 CTG QUERENCIA COIANIA JATAÍ – GO.
  • 36 APROSOJA BRASIL.
  • 37 ASSOC. DOS FORNECEDORES DE CANA DE ORINDIÚVA – ORICANA – SP.
  • 38 ASSOC. DOS FUNCIONÁRIOS DE CANA DA REGIÃO DE ITURAMA – ASFORAM – MG.
  • 39 FRENTE PRODUTIVA DO CAFÉ EM MINAS – CCAMOG – MG.
  • 40 ASSOCIAÇÃO AGRICULTURA FORTE – ES.
  • 41 ASSOC. DE CRIADORES DE GADO DO OESTE DA BAHIA – BA.
  • 42 APROSOJA – GO.
  • 43 SIND. RURAL DE ARARAQUARA – SP.
  • 44 ASSC. DE FORNECEDORES DE CANA DE AÇÚCAR DE PERNANBUCO – PE.
  • 45 FEDERAÇÃO DOS PLANTADORES DE CANA – FEPLANA – BR.
  • 46 ASSOCIAÇÃO DOS CAFEICULTORES DO BRASIL – SINCAL – BR.
  • 47 SINDICATO RURAL DE PASSO FUNDO – RS.
  • 48 ASSOC. DOS FORNECEDORES DE CANA DE ARARAQUARA – CANASOL – SP.
  • 49 ASSOC. DOS CRIADORES DO PARÁ – ACRIPARÁ – PA.
  • 50 ASSOC. DOS PLANTADORES DE CANA DA PARAIBA – ASPLAN – PB.
  • 51 ASSOC. DE PEQUENOS AGRICULTORES DE ILHEUS UNA E BUARAREMA – ASPAIUB – BA.
  • 52 SINDICATO RURAL DE CAMPO GRANDE – MS.
  • 53 SINDICATO RURAL DE ROCHEDO – MS.
  • 54 SINDICATO RURAL DE CORGUINHO – MS.
  • 55 ASSOC. PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DE CAUCAIA – ADESC – CE.
  • 56 COOPERATIVA DOS AGRICULTORES FAMILIARES DE JOAQUIM GOMES E REGIÃO – COOPAF – AL.
  • 57 COOPERATIVA BATAVO NORDESTE – BALSAS – MA.
  • 58 SINDICATO RURAL DE CRISTALINA – GO.
  • 59 SINDICATO DA INDÚSTRIA DE CARNES E DERIVADOS DO ESTADO DA BAHIA – SINCAR – BA.
VENHA VESTIR A CAMISA DO AGRO EM APOIO AS REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA


CONFIRME O APOIO E A PARTICIPAÇÃO DA SUA ASSOCIAÇÃO, ENTIDADE, SINDICATO, COOPERATIVA E INSTITUIÇÕES AGROPECUÁRIAS através dos whatsApp:

0**44 999936432 – 0**48 991560636 – 0**64 999963610

Por Valdir Fries – Produtor rural em Itambé – Paraná.

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AGROTÓXICOS – O MAIOR VENENO É O TERRORISMO.

O MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO esta convidando e promovendo AUDIÊNCIAS PÚBLICAS, que estão sendo realizadas em diversas regiões do Estado do Paraná, com o objetivo de debater a grande quantidade de AGROTÓXICOS utilizados nas lavouras, suas restrições e novas propostas de Lei para restringir e diminuir o uso e exposição aos defensivos agrícolas… Neste dia 22 de abril de 2019, a Audiência Pública acontece em MARINGÁ – PARANÁ.

No Brasil aLEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989.
Dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7802.htm

Embora exista a Lei, e toda fiscalização feita, a questão do uso de agrotóxicos é uma preocupação comum de toda a sociedade, e o debate em torno dos perigos e consequências são constantes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, é uma das Instituições Públicas responsável pelo controle, e tem provado esta responsabilidade, realizado analise de amostras de alimentos que são produzidos e comercializados em todo o País, através do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), conforme tem divulgado em seu site
http://portal.anvisa.gov.br/programa-de-analise-de-registro-de-agrotoxicos-para

Ao observar as analises divulgadas podemos concluir, que produtos considerados os “VILÕES” em termos de contaminação por agrotóxicos, como a abobrinha, o pimentão, o tomate e o morango, o risco agudo calculado foi CONSIDERADO ACEITÁVEL em quantidade superior a 99% das amostras.

Já o maior risco agudo, encontram-se nas amostras de Laranja e Abacaxi, no entanto, a pesquisa ressalta que todos os produtos foram analisados com a casca, porém no caso destes, da laranja e do abacaxi, a ANVISA destaca que o risco agudo diminuem, e ou deixam de existir quando consumidos descascados, mesmo assim, para estes dois casos estão sendo feitas novas analises.

Entre toda a população BRASILEIRA, nós produtores rurais, que também somos consumidores de alimentos, somos nós as pessoas que mais ficamos expostos aos riscos, por estarmos diretamente envolvidos no sistema de produção.

E por estarmos cientes dos riscos aos quais estamos expostos, temos todo o cuidado, e para podermos diminuir o uso de agrotóxicos nas lavouras, existe, e fazemos uso da ferramenta de MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS… Porém quando necessária a aplicação dos DEFENSIVOS AGRÍCOLAS, conforme estabelece a pesquisa, diante da Lei, a aquisição do produto é feita através do RECEITUÁRIO AGRONOMICO, e as aplicações dos defensivos nas lavouras são feitas com total rigidez.

Sabemos, e é de conhecimento público, que no inicio do processo de mecanização agrícola, (no final da década de 60 e no decorrer da década de 70), muitos abusos foram cometidos, desde a captação de água para ser utilizada na pulverização, era feita diretamente nas nascentes e ribeirões, embalagens eram descartadas sem a devida tríplice lavagem e geralmente jogadas aos cantos…

Ao contrário de hoje, em que o abastecimento dos pulverizadores são feitos de forma adequada, da mesma forma que é realizada a tríplice lavagem das embalagens, as quais, depois são devidamente recolhidas e encaminhadas para a RECICLAGEM, conforme determina a Lei, dando o destino correto…

Vale observar que o produtor rural, é obrigado por Lei a devolver todas as embalagens de defensivos agrícolas, e para tanto é altamente fiscalizado quanto a isso, seguido de um controle numérico entre nota fiscal de compra e devolução.

Os produtores tem seguido a Lei 7.802/89 e suas normativas, algo que não acontece com os demais consumidores de outros setores da economia, que continuam descartado de forma irregular a maior parte dos resíduos que tem gerado.

Os demais setores da economia, e da própria sociedade como um todo, estão longe de atender o que determina a Lei 12.305/2010, que trata do destino final de forma correta, e por não atenderem a Lei, ao longo do tempo, tem provocado contaminação de solo, nascentes e ribeirões.

As pessoas não estão sendo informadas, não estão sendo cobradas legalmente, e muito menos ATERRORIZADAS quanto aos riscos de toda a contaminação ambiental que estão provocando com os resíduos que geram, justamente por NÃO dar o destino final correto dos resíduos… Ou seja, podemos afirmar que NÃO existe tal preocupação da sociedade, nem mesmo de Instituições como do MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO quanto a fazer cumprir a Lei 12.305/10… Lei que deve ter caído no esquecimento, se comparado com a rigidez que se dá nas questão Legais que se impões quando o assunto é o uso de defensivos agrícolas.

Nos últimos 30 anos, uma grande maioria de defensivos agrícolas foram tirados de mercado devido a sua toxidade, e outros tantos poderão ser retirados do mercado dando espaço a produtos mais seletivo.

Muitos produtos com novas composições, novas moléculas, menos agressivas estão emperradas, e ficam décadas em análise para que sejam liberadas comercialmente, algo que poderia ser agilizado se o Projeto de Lei 6299/02 fosse aprovado.

Porém, o PL fica travado em Comissões dos Deputados que se atem a discutir a simples nomenclatura dos produtos… Se os consideram defensivos, agrotóxicos, pesticidas e ou tantas outras picuinhas, impedindo que a Lei siga para votação em Plenário… (Particularmente por mim, poderia se denominar VENENO, da mesma forma que acontece com os medicamentos que são denominados de DROGAS, até porque tanto os “venevos” como as “drogas” se utilizados acima da doze oferece perigo, e matam).

E para que se tenha um controle do que estamos aplicando, existem limites, que estabelecem índices para serem seguido na analise de toxidade dos alimentos que produzimos, e chega aos mercados consumidores. Para tanto, a ANVISA segue os parâmetros estabelecidos em normativas internacionais em relação aos índice de avaliação e limite máximo de resíduos nos alimentos.

E conforme bem registrou a Srª Eloisa Dutra Caldas, Coordenadora do Laboratório de Toxicologia do Curso de Farmácia da UnB, por ocasião da audiência pública de 23.11.2016 na Comissão Especial do Congresso Nacional: “Um conceito que eu acho que tem que ficar claro, e a grande maioria da população acaba não recebendo a informação correta, é que o Limite Máximo de Resíduo é, por definição, em qualquer lugar do mundo — no Brasil e em outros países —, a quantidade máxima de resíduos de agrotóxico legalmente aceita no alimento em decorrência da aplicação do produto no campo. Então, o limite máximo de resíduo é um parâmetro agronômico”.

E ressalta que “Ele reflete a boa aplicação do pesticida no campo. Se o agricultor, se o aplicar utilizar o produto no campo de maneira adequada, de acordo com o que é estabelecido” afirmou a Doutora.

Se buscarmos comparar o consumo de defensivo agrícola utilizado em MARINGÁ, as analises de alimentos realizadas pela ANVISA, e o que se prega na divulgação da realização da AUDIÊNCIA PÚBLICA, sob a coordenação do MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO, podemos CONCLUIR e afirmar que, não se tem parâmetros, muito menos dimensão do que se propõe a debater, frente ao TERRORISMO que estão propagando junto a população.

Estão provocando um terrorismo junto a população, colocando a sociedade contra os produtores rurais, quando afirmam publicamente que cada pessoa MARINGAENSE, esta consumindo o equivalente a 6 litros e ou quilos de AGROTÓXICO por ano… Da mesma forma em CAMPO MOURÃO, quando aterrorizaram a cidade afirmando que cada cidadão MOUROENSE esta consumindo o equivalente a 30 litros de AGROTÓXICO por ano…

Pois bem, só para informar, e fazer um comparativo, e para tanto, faço uso de informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, com exemplos, para esclarecer a sociedade em relação ao LIMITE MÁXIMO DE RESÍDUOS TÓXICOS QUE UMA PESSOA PODE ABSORVER POR DIA… Ou seja, a Ingestão Diária Aceitável – IDA – que é no máximo de 0,02 mg/kg de peso corporal…

Vamos ser pratico e objetivo, fazendo uso apenas do tomate analisado pela ANVISA, que é um dos “VILÕES” no uso de AGROTÓXICOS, e na sua toxidade, o LIMITE MÁXIMO DE RESÍDUO tolerado é de 0,2 miligramas por quilo de tomate, e como pessoa, usamos um cidadão com peso corporal de 60 quilos, sendo assim, para atingir o limite máximo de INGESTÃO DIÁRIA, que é de 0,02 mg/kg de peso corporal, totalizam no caso de 1.2mg/dia… Portanto, para esta pessoa conseguir a INGESTÃO DIÁRIA MÁXIMA TEÓRICA DE AGROTÓXICO, tem que comer nada menos que 6 QUILOS DE TOMATE POR DIA…

Quem come 6 QUILOS DE TOMATE POR DIA? Ou que seja, 6 quilos de comida por dia… Só assim o cidadão comendo no minimo 6 quilos de alimento dia, estaria nos limites de risco, ao ultrapassar a Ingestão Diária de Agrotóxico, permitida com segurança para cada pessoa com peso corporal de 60 Kg.

E o que nós vimos na PUBLICIDADE, CONVOCANDO O CIDADÃO PARA PARTICIPAR DAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS?

Vimos, no caso de MARINGÁ, que cada pessoa esta consumindo o equivalente a 6 litros, e ou 6 quilos de AGROTÓXICO por ano…

Com base nos resíduos de AGROTÓXICOS do tomate, quantos quilos de tomate seriam necessários para cada cidadão fazer a INGESTÃO DE 6 QUILOS DE AGROTÓXICO no período de um ano… Faça as contas… Quantos mil quilos de tomate cada cidadão precisa comer no ano?

Seguimos com novos exemplo dos absurdo que estão promovendo, desta vez, fazendo uso dos dados da tabela a seguir:

IMAGEM FONTE

http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/File/Diagnostico_Situacional_Noroeste.pdf

Buscamos agora através de levantamentos realizados pela SECRETÁRIA DE SAÚDE DO PARANÁ, que segundo tabela, indica que MARINGÁ vem consumindo em média 554.600 quilos de agrotóxico por ano, ou seja 19,5 quilos de agrotóxico por hectare ano aplicado adequadamente nas lavouras cultivadas… Lembrando que MARINGÁ colhe duas safras ano.

ONDE ESTA O TERRORISMO? A MENTIRA…E A MALANDRAGEM DE QUEM VIVE PROVOCANDO TERROR?

QUAL A POPULAÇÃO DE MARINGÁ? … 417.000 Habitantes?

Imagem fonte –
https://www.facebook.com/VivaSemVeneno/

Portanto, se ao contrario de todo AGROTÓXICO consumido em MARINGÁ, utilizado na aplicação das lavouras das duas safras ano, fosse destinado diretamente para a população BEBER o agrotóxico puro…

Quantos LITROS DE VENEVO, cada MARINGAENSE teria de direito para BEBER, diante da media de consumo anual de 554.600 litros de agrotoxico?

Diante dos 554.600 litros de agrotóxico consumido por ano em MARINGA, frente uma população de 417.000 habitante, cada MARINGAENSE estaria BEBENDO a quantia de 1, 07 litros de agrotóxico por ano…

Quantidade bem abaixo do que informa a imagem de publicidade espalhada pela cidade, encaminhada para a mídia, e publicada na PAGINA DO FACEBOOK viva sem veneno, que é o equivalente a 6 litros por pessoa por ano…

Esta na hora do MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL começar investigar o que realmente tem por traz, quais os reais interesses, e o que se pretende com todas campanhas publicitarias que esta ATERRORIZANDO a população, e colocando os produtores rurais em situação critica perante a opinião publica da sociedade Brasileira.

AGROTÓXICO – O MAIOR VENENO É O TERRORISMO.

Por Valdir Fries – Produtor rural em ITAMBÉ – Paraná.

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GOVERNO “PODE” AUMENTAR EM 50 VEZES O PREÇO DO TRIGO, DO LEITE, DO ARROZ E DO MILHO.

Da mesma forma que o tal do “INSTITUTO ESCOLHAS” vem propondo em seus “estudos”, afirmando que o IMPOSTO TERRITORIAL RURAL – ITR, pode aumentar a arrecadação deste imposto em 10 VEZES aos valores atuais.

Diante dos estudos dos “especialistas”, que usam de suas hipocrisias para editar uma proposta de Projeto de Lei que altera a fórmula de calculo e os critérios de avaliação da cobrança do ITR, nós produtores rurais, sem realizarmos qualquer estudo, poderíamos afirmar que o Governo também “PODE” editar e enviar ao Congresso Nacional um Projeto de Lei para aumentar e garantir os preços do TRIGO, DO LEITE, DO ARROZ, E DO MILHO, em 50 VEZES o preço minimo hoje estipulado, e se for para arrumar confusão conforme propões o “INSTITUTO ESCOLHAS”, vamos além, e podemos pedir o aumento e garantia de preços de todos os outros produtos da cesta básica.

AGORA FICA A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: A sociedade, os trabalhadores suportariam pagar este aumento dos preços dos alimentos? …Acredito que NÃO.

A patética proposta do Projeto de Lei para alterar a formula de calculo e aumentar a arrecadação do ITR, surge de marxistas que diante do fracasso da ideologia socialista no Brasil, vem arrumar confusão através de um “estudo” em relação ao Imposto Territorial Rural: justiça tributária e incentivos ambientais –
http://www.escolhas.org/wp-content/uploads/2019/04/FD_210x280mm_ITR_8_AF.pdf

Confusão por confusão, nós produtores rurais não precisamos de “estudos” para propor um aumento dos preços nos alimentos, para compensar o aumento de impostos que os “especialistas” do INSTITUTO ESCOLHAS propõe para aumento de tributos, e assim garantir a sobrevivência nas custas da miserável ignorância do povo, uma vez que eles vem, de forma insensata, propor aumento de TRIBUTOS, sem antes conhecer a realidade do setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA.

Estes especialistas, NÃO sabem, e NÃO querem buscar saber do enfrentamento que os produtores rurais sofrendo, e pagando para se manter, e para manter a atividade em constante aumento de produção, frente a falência social e econômica em que o Brasil se encontra, herança de um projeto de poder fracassado, que hoje graças aos 58 milhões de eleitores, que acordaram em tempo de recuperar o poder de desenvolvimento econômico e social do País…

Porém NÃO é com o aumento do ITR que isto deva acontecer, até porque, mal sabem os “especialistas” de plantão
http://www.escolhas.org/imposto-da-terra-cobertura-seminario-lancamento-estudo-itr/ que independentemente da viabilidade econômica da produção, nós produtores rurais somos obrigados por lei a manter a TERRA em constante produção, ao ponto de sermos desapropriados:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L4504.htm

Valdir Fries: “O setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, é o único setor da economia do BRASIL, que é obrigado por Lei a manter a atividade em constante produção, ao ponto do produtor rural ser desapropriado por não cumprir a FUNÇÃO SOCIAL DA TERRA, estabelecido na Lei 4.504/1964”.

A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, é o único setor da economia Brasileira que é obrigado a manter a atividade em constante produção, isto eu particularmente tenho reiterado frequentemente.

Nós produtores rurais, muitas e muitas vezes, mesmo sabendo na hora do plantio de uma nova safra, frente aos custos de produção e diante dos preços de mercado, que não temos nenhuma viabilidade econômica, somos obrigados a nos sujeitar a plantar, a realizar os tratos culturais, a colher e a transportar, sofrendo as consequências, para não sofrermos as consequências de sermos desapropriados através do ESTATUTO DA TERRA, que em seu emaranhado de artigos, estabelece a ‘FUNÇÃO SOCIAL DA TERRA”.

VAMOS SER SINCEROS e PRECISAMOS SER HONESTOS para responder:

Na atual conjuntura econômica do País, os produtores suportam pagar mais um aumento abusivo de Impostos? …

E a sociedade Brasileira consegue suportar pagar pelo aumento abusivo dos preços dos alimentos? …

NÃO… Portanto “sóciopatas” …Precisamos ter seriedade quando propomos algo, que pode atingir diretamente toda sociedade Brasileira, até porque, sabemos que estudo como este, feito por hipócritas não tem outro objetivo, a não ser em arrumar confusão, e desequilibrar o andamento das REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA, as quais estão sendo colocadas pelo atual Governo.

Nós produtores rurais, responsáveis pela produção de alimentos temos pleno conhecimento, de que a sociedade Brasileira, diante da atual conjuntura econômica, NÃO suporta aumento abusivo dos preços dos alimentos, motivo pelo qual estamos aqui a nos defender, porque, tanto nós PRODUTORES como CONSUMIDORES, nem um de nós, teremos folego para qualquer sangria proposta através do aumento da garga TRIBUTÁRIA.

Diante de tantos absurdos provocados, e ainda propostos pelos marxistas travestidos de “instituto” e infiltrados em Universidades, são verdadeiros hipócritas que tentam motivar e fomentar o atrito entre classes.

Ao contrário, nós do setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, condenamos qualquer aumento de tributos que venha onerar o consumidor, até porque consumidor todos nós somos, e na atual circunstancia, NÃO seriamos irresponsáveis de propor aumento de 50 VEZES no preço dos alimentos, a exemplo do TRIGO, DO LEITE, DO ARROZ, E DO MILHO, além do aumento dos demais produtos alimentícios. (faço uso no titulo atribuído a este artigo, para fazer o comparativo, e assim poder esclarecer, que nem tudo se “PODE”… Sem antes o País realizar uma ampla reforma TRIBUTÁRIA, até porque nada mais suportamos.

DE DUAS UMA: …e antes que alguém venha a defender o “estudo dos especialistas”
em relação ao Imposto Territorial Rural: justiça tributária e incentivos ambientais que foi realizado em parceria com os pesquisadores do Laboratório de Planejamento de Uso do Solo e Conservação (GeoLab) e Grupo de Políticas Públicas (GPP), ambos da Esalq/USP…

Antes de tudo, a sociedade precisa saber, e deve saber:

Se pretende que o CAPITAL TERRA seja tratado e amparado pela sua FUNÇÃO SOCIAL, constitucionalmente definida, com o amparo Legal, para garantir a constante produção de alimentos, motivo pelo qual, o ITR tem sua base de calculo diferenciado do IPTU…

E, ou…

Se considerado, como querem os marxistas “ligados” aos estudiosos da Esalq/USP, onde em seus “estudos” colocam em sua proposta de Projeto de Lei, a possibilidade de considerar a TERRA, como fator de CAPITAL IMOBILIÁRIO, com o objetivo único de provocar o aumento do TRIBUTO, que “pode” aumentar em 10 vezes o valor do Imposto Territorial Rural, refletindo diretamente nos valor dos alimentos ao consumidor…

A escolha é de cada um, porém, o que vê na proposta de aumento de tributo neste momento, nada mais é que arrumar confusão no debate das REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA, em especial, a REFORMA TRIBUTÁRIA e a REFORMA PREVIDENCIÁRIA.

Portanto saibam, que os fracassados socialistas sempre se apegam na miséria do povo, e da miséria do povo, os marxistas sobrevivem politicamente nas custas de quem trabalha e produz, atribuindo as consequências em cima de toda sociedade Brasileira… Pense nisso.

Por Valdir Fries – Produtor Rural em Itambé, Paraná.

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FUNRURAL – DOS “RISCOS” À LEGALIDADE, COM MUITO ESPAÇO PARA CONSTRUIR UM PROJETO DE LEI COM TODO AMPARO LEGAL

FUNRURAL – Mais uma audiência pública foi realizada na Câmara dos Deputados, com o objetivo de buscar uma solução para a questão da insegurança jurídica que o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL gerou com suas decisões divergentes.

Um “espaço muito grande” existe para se construir um Projeto de Lei constitucional perante as normativas, que pode ser editado e debatido, votado, aprovado e sancionado sem qualquer impedimento Legal que coloque o PRESIDENTE DA REPÚBLICA em “RISCO” perante a Lei de responsabilidade Fiscal.

Riscos existem, e na Audiência Pública, foram citados pelos técnicos da PGFN e da AGU, isto realmente foi “alertado”… Porém os próprios técnicos esclareceram que existem parâmetros, e existem condições legais, que podem ser observados, e se cumpridos, pode perfeitamente atender todas as exigências constitucionais…

Remissão e renúncia fiscal são legais, ao que consta do Artigo 156 e 172 do Código Tributário nacional, tanto é, que a Lei 13.606/18 que concede a REMISSÃO PARCIAL através dos benefícios proporcionados a quem aderiu ao REFIS, esta Lei, foi debatida, aprovada e sancionada, sem qualquer MANIFESTO contrário, e sem qualquer alerta de “RISCOS” de qualquer penalidade a quem quer que seja, diante das condições legais existentes.

Diante disto, devemos lembrar, e cobrar inclusive, até porque na época da edição e tramitação do projeto de Lei 13.606/18, ninguém do Governo, seja da AGU, seja da PGFN, seja da MIDIA, e ou Parlamentar, manifestou qualquer “RISCO” quanto a renúncia fiscal concedido a quem confessa-se a divida a troco do REFIS, concedido através do PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTARIA RURAL.

Dados apresentados pela PGFN na ocasião da Audiência Pública, “renuncia” fiscal, e ou da “remissão” parcial dos débitos concedido pela Lei 13.606/18.

Deixamos claro que NÃO aceitamos a IMPOSIÇÃO de uma divida que foi gerada pelas controvérsias provocadas pelo STF, motivo pelo qual, continuamos incansavelmente na busca da aprovação de um Projeto de Lei, que elimine TOTALMENTE qualquer PASSIVO DO FUNRURAL que possa existir, da mesma forma e legalidade em que se apresentou no PL 13606/18…
Este foi o questionamento feito na audiência, até porque as Leis servem para todos, e em qualquer que seja a hipótese de renuncia e ou remissão:

Valdir Fries – Questionamento realizado na Audiência Pública da Câmara dos Deputados.

Ao que se vimos na imprensa após a realização da Audiência Pública, nada mais é que manchetes, e textos que colocam nós produtores rurais em situação difícil perante a sociedade, alardeando “PERDÃO DE DIVIDA” mesmo não sendo nós os devedores, nem mesmo responsáveis pela insegurança jurídica que o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL provocou com suas decisões.

As imagens acima, são das NOTICIAS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL em relação ao FUNRURAL, neste mesmo sentido real e verídico, provocado em relação a INCONSTITUCIONALIDADE DO FUNRURAL… “Levanto aqui a hipótese de uma possível decisão judicial em relação ao IPVA, que envolve o imposto dos veículos, que atingiria TODA A SOCIEDADE, e no decorrer do tempo, você proprietário de um veiculo, seja seu particular, pessoa física e ou de sua empresa pessoa jurídica, em que o STF, por DUAS ocasiões distintas, tivesse decidido que o IPVA é INCONSTITUCIONAL…

QUESTIONO A VOCÊ CIDADÃO BRASILEIRO:

Você cidadão Brasileiro, deixaria de pagar o IPVA, após a publicação das decisões judiciais de um Supremo Tribunal, EXPLICITAMENTE PUBLICADAS NO SITE DO STF, e ou continuaria pagando o IPVA por mais 5 a 10 anos pela frente esperando nova decisão diante da morosidade da justiça em novo julgamento? Lembrando que Decisão judicial, é decisão judicial, cumpra-se.

Qual seria a situação dos proprietários de veículos hoje?… Você cidadão, faria a confissão da divida a troco de REFIS? … Você pagaria toda divida acumulada que a Receita Federal viesse a te cobrar, empurrada goela abaixo por decisões intempestiva, e divergente da justiça? … Ou você buscaria seus direitos constitucionais? … Se coloque na situação dos PRODUTORES RURAIS, depois pense antes de criticar… Esta é a situação em que se encontram milhões de produtores rurais de todo o País.

Por Valdir Fries – Produtor Rural em Itambé, Paraná.

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O SETOR PRODUTIVO DA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA EM DEFESA DAS REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA

A mais de trinta dias, lideranças dos PRODUTORES RURAIS vem se reunindo na organização e um MANIFESTO em apoio ao Governo Federal, na defesa das REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA.

O MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO, trabalha pela APROVAÇÃO da REFORMA TRIBUTÁRIA, REFORMA PREVIDENCIÁRIA E PROJETO ANTICRIMES, esta é a pauta estabelecida para o manifesto público, que será realizado no dia 16 de MAIO de 2019, no Parque Tecnológico de Brasilia – DF, período entre os dias que acontece a AGROBRASILIA (14 a 18 de maio).

Todo planejamento do manifesto, agora esta sendo colocado em prática, e para que possamos realizar um grande ATO PÚBLICO, a coordenação do MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO vem buscando apoio das Entidades e Instituições ligadas ao setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA.

Por iniciativa da ANDATERRA, que lançou a ideia no inicio do mês de março, em reunião realizada com as lideranças de Associações e Sindicatos Rurais, hoje, com toda mobilização realizada através de reuniões, audiências, pela mídia e pelas redes sociais, o MOVIMENTO já conta com Dezenas de Associações, Sindicatos Rurais, Entidades e Instituições ligadas ao setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, que já manifestaram o apoio, e irão participar ativamente do manifesto em defesa das reformas e apoio ao Governo Federal, para que o CONGRESSO NACIONAL aprove as reformas que o Brasil precisa.

Valdir Fries – Produtor rural em Audiência com Norberto Ortigara – Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado do Paraná

Nesta semana, em audiências e reuniões no Paraná, A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado do Paraná, através do Secretario Norberto Ortigara, confirmou o apoio e participação no MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO. Consciente dos objetivos do manifesto, o Secretário Norberto Ortigara manifestou que o Brasil precisa ver aprovada as reformas que estão sendo colocadas, em especial a REFORMA TRIBUTÁRIA, para que se possa desonerar o setor produtivo, para garantir viabilidade econômica aos produtores rurais continuarem produzindo e o Brasil exportando. “Para investir, para desenvolver o País, precisamos exportar mais, e para exportar mais não podemos exportar impostos, os compradores não querem comprar impostos, o mercado internacional quer comprar produto, e para que tenhamos preços competitivos, precisamos das reformas, em especial a REFORMA TRIBUTARIA fazendo referencia em defesa e manutenção dos benefícios da Lei Kandir.

Em reunião com dirigentes da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, a OCEPAR também vai aderir ao MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO, contribuindo na divulgação e na organização dos produtores rurais para que possam participar do manifesto na AGROBRASILIA.

Mapa de acesso ao LOCAL da realização do MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO :Parque Tecnológico de Brasilia – FEIRA AGROBRASILIA. Link
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MOVIMENTO BRASIL VERDE AMARELO – O AGRO EM DEFESA DAS REFORMAS QUE O BRASIL PRECISA – PARTICIPE.

Por Valdir Fries – Produtor rural em Itambé – Paraná.

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