O AGRONEGÓCIO COM BOLSONARO, BOLSONARO COM OS PRODUTORES RURAIS

Frente a frente, sempre firme e objtivo em seus pronunciamentos, desde a pré candidatura ainda em 2017, conhecendo as bases, participando de eventos e divulgando seus propósitos, garantiram os 49.275.358 de votos ao Presidenciável JAIR BOLSONARO…

Além das reuniões e eventos que Jair Bolsonaro participou desde sua pré campanha, das quais eu particularmente tive a oportunidade de participar em algumas oportunidades, posso confirmar que passei a acreditar em seu patriotismo e sua disposição em GOVERNAR O BRASIL.

Com organização e planejamento de agenda, permitiram ao candidato a Presidente Jair Bolsonaro, de participar diretamente de manifestações em defesa do setor produtivo do AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, como foi o caso da sua participação no MANIFESTO VERDE AMARELO contra a cobrança do passivo do FURURURAL, realizado pelos produtores rurais em Brasilia, ainda no dia 4 de abril de 2018, e tantos e tantos outros manifestos e feiras que se fez presente pessoalmente, até o dia do episódio que o tirou da campanha, mas não o tirou da disputa eleitoral, o que obrigou a nós produtores rurais, assumir e fortalecer a sua campanha em todo o Brasil…

Toda esta disposição e demonstração de interesse em defender os produtores rurais, propondo garantir instrumentos de segurança das propriedades rurais, e disposição em promover o desenvolvimento econômico e social do setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, fez com que as lideranças de toda cadeia do AGRONEGÓCIO se envolvesse diretamente em sua campanha eleitoral já no primeiro turno. Milhares abraçaram sua campanha desde a sua pré candidatura, e milhões depositaram seu voto firme e seguros, outros milhares de eleitores, com seus votos úteis, se somaram na reta final, garantindo a vaga para continuar na disputa neste segundo turno.

Agora, mais do que nunca, produtores rurais de todo o País já estão de mangas regaçadas para enfrentar a batalha do segundo turno, e garantir a vitória eleitoral de JAIR BOLSONARO,  e ser o nosso PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Sou produtor rural, pequeno produtor familiar, onde produzimos o suficiente para sobreviver e se manter na atividade, enfrentando toda insegurança no campo, e jurídica. Tão embora a Constituição federal nos garanta instrumentos para podermos produzir, e garantir a segurança alimentar a todos os Brasileiros, temos enfrentado nos últimos anos uma verdadeira “melícia” de Organizações Não Governamentais, “FINANCIADAS” com dinheiro público, que se multiplicam e se somam, e a cada dia que se passa, tem provocado cada vez mais invasões de propriedades, depredação de patrimônio, destruições de plantações, matança de animais, sem falar de todo processo do terrorismo ambiental.

Por UM BRASIL ACIMA DE TUDO, e para assim nos ver livre de uma DITADURA COMUNISTA, que planejam implantar no País, já explicito no “Fórum de São Paulo”, nos dispomos a enfrentar a batalha contra o aparelhamento do Estado e do “projeto de poder” que a esquerda tenta recuperar.

Nós produtores rurais de todo o País, devemos nos sentir responsáveis, e responsáveis que somos pelo setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, certos de que o COMUNISMO não deu certo em lugar nenhum, e sabendo que a FOME CAUSA MISÉRIA, devemos nos unir em defesa dos nossos interesses políticos para nos garantir na atividade, e para garantia da segurança alimentar de todos os Brasileiros deste imenso País…

Para tanto…

Só nos resta uma esperança, JAIR BOLSONARO PRESIDENTE.

Por Valdir Fries – Produtor rural em ITAMBÉ – PR – BRASIL.

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ENTREVISTA CONCEDIDA AO SITE NOTICIAS AGRÍCOLAS

Acesse o SITE NOTICIAS AGRÍCOLAS, e seja o produtor rural mais bem informado… acompanhamento safra, novas tecnologias e cotações de mercado das principais praças comerciais do Brasil e atualizações instantâneas do mercado internacional … acesse o link https://www.noticiasagricolas.com.br/

 

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NO CAMPO DIGITAL O AGRO ESTA CONECTADO, O GRANDE DESAFIO A SER VENCIDO É CONECTAR O ESTADO NO MUNDO DIGITAL.

O 6° FORO DE AGRICULTURA DE AMÉRICA DEL SUR promovido pela equipe do AGRONEGÓCIO GAZETA DO POVO, nos chama a atenção, em especial a minha, como produtor rural que sou…

O CAMPO DIGITAL E CONECTDO. O Grande desafio do século 21, um Tema que busca mostrar a importância de estarmos conectados, e todas “as variáveis que impactam no agronegocio” como bem frisou o Diretor de jornalismo do Agronegocio e coordenador do evento GIOVANI FERREIRA… Sucessão, Gestão e Tecnologia, é o Campo do Futuro e em Transformação, destacou o Coordenador na abertura do evento, lembrando que já no 1° FORO realizado em 2013 tinha por objetivo e  já buscava trazer para o debate toda está inovação das tecnologias digitais, com o Tema O NOVO CICLO DE EXPANÇÃO DO AGRONEGÓCIO.

Neste século 21, com toda a melhoria de acesso ao sistema digital, nós produtores rurais temos investido em instrumentos tecnológico para nos manter conectados com o sistema produtivo e econômico de um Mundo Globalizado.

Conectados com a mídia do AGRO, buscamos diariamente as informação que geram conhecimento.

Informações que nos da sustentação na busca de inovação tecnológica e de mercado, para garantirmos o aumento da produtividade e da renda do setor produtivo do AGRO.

O produtor tem feito a sua parte, os meios de comunicação também, e eventos de debate como este que acontece, podemos sentir que produtores rurais estão agilizando a gestão da produção e dos negócios fazendo uso de ferramentas digitais. Como produtor rural devo aqui ressaltar que O CAMPO está cada dia mais conectado na busca de informação, tecnologia e ferramentas digitais embarcadas em máquinas e equipamentos, para melhor operacionalizar e gerir seus negócios.

Plantamos tecnologia e colhemos resultados, porém, se de um lado temos investido e tirado proveito das informações que buscamos, de outro lado sofremos perdas significativas por falta de um ESTADO CONECTADO.

Instituições e Entidades do Estado, NÃO acompanham a evolução digital, a falta de investimento do Estado impede a agilidade da coleta de informações e o processamento de dados essenciais para o setor produtivo.

Neste sentido destacamos aqui o sistema ARCAICO do levantamento e processamento de dados relativos aos levantamentos das estimativas de safra, embora se tenha tecnologia e ferramentas digitais que podem ser desenvolvidas para promover a gestão de dados de forma INSTANTÂNEA, isto NÃO esta tendo atenção por parte do ESTADO.

Conectado no Mundo Globalizado podemos ter acesso a informações que chegam até nós editadas e publicadas em período instantâneo, que nos auxiliam em muito nos negócios, no entanto, muitas destas informações EDITADAS E PUBLICADA na mídia, se tratando de ESTIMATIVA DE PRODUÇÃO, os números divulgados SEMPRE são com base de dados levantados no PASSADO.  É está falta de digitalização e gestão do processamento dos dados, que tem provocado perdas econômicas significativas aos produtores rurais, chegando a provocar o comprometimento de determinadas cadeias do setor produtivo.

Hoje eu diria que O Campo Digital levou o produtor rural a se conectar, e o GRANDE DESAFIO DO SÉCULO 21 para “O NOVO CICLO DE EXPANÇÃO DO AGRONEGOCIO” nada mais é que cobrar a CONECÇÃO do Estado no CAMPO DIGITAL.

Deixo aqui mais uma vez registrado o que venho falando e cobrando, destacando o seguinte:

“Num Mundo Digital e Conectado, nós produtores rurais NÃO podemos mais aceitar continuar realizando a comercialização de nossa produção no MERCADO FUTURO, com base em informações de dados de ESTIMATIVA DE SAFRA coletados no PASSADO” …

Mais um grande Evento promovido pela equipe do AGRONEGOCIO GAZETA DO POVO, que nos detalham informações e nos proporciona conhecimento para ampliar o debate e cobrar um ESTADO CONECTADO na coleta e processamento de dados, em especial no que se refere a gestão dos trabalhos de levantamento e processamento de dados das estimativas de safra, que hoje feito de forma arcaica, o sistema tem provocado perdas significativas da renda de muitas cadeias produtivas..

VALDIR FRIES – Produtor rural em Itambé PR.

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TABELAMENTO DO PREÇO MINIMO DO FRETE – A SOLUÇÃO É MATEMÁTICA e NÃO JURÍDICA.

O TABELAMENTO DO FRETE, ou seja, O PREÇO MÍNIMO DO FRETE, pode ser estabelecido em Lei através da Medida Provisória 832/18, proposta pelo Governo para dar fim a greve dos caminhoneiros, e com isto estabelecer a garantia de rodagem/transporte principalmente nas épocas de entre safras, as medidas já estão valendo de forma LEGAL a partir da publicação da Medida Provisória e da tabela imposta pela ANTT.

A MP 832/18, encontra-se em discussão/adequação na Comissão Mista formada no Congresso Nacional, e pode virar LEI após levada a debate e votação no Plenário da Câmara dos Deputados, e do Senado Federal.

Os Caminhoneiros autônomos iniciaram toda paralisação nacional, e a nível de base, teve inclusive o apoio da grande maioria dos produtores rurais, até porque, o custo do óleo diesel somado a toda carga tributária que esta comprometendo a renda do setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, da mesma forma, compromete a renda dos caminhoneiros que se obrigaram a paralisar o transporte de cargas…

Quantas vezes os próprios produtores rurais, e também lideranças das Entidades dos produtores rurais e os demais setores produtivos da economia Brasileira, já falaram em reduzir ou parar de produzir devido os altos custos e a falta de rentabilidade?

Certo que existem distorções nos valores da primeira tabela de fretes construída, editada e divulgada pela ANTT, porém, a atitude e o caminho da “JUDICIALIZAÇÃO” tomado por determinadas lideranças envolvidas no debate, é no minimo perigosa…

E aí eu destaco principalmente as lideranças do AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, que de forma precipitada, protocolou a JUDICIALIZAÇÃO, e neste caso especifico, a curto prazo NÃO vai resolver o problema… E além do mais, pode gerar um problema ainda maior para o setor produtivo da agropecuária.

O IMPASSE NÃO É JURÍDICO, E SIM MATEMÁTICO, e deve ser resolvido na mesa de negociação.

Preço mínimo é preço mínimo, e assim deve ser constituído através dos cálculos, e seus critérios e parâmetros estabelecidos em normativas regulamentadas em Lei, em conformidade com as demais.

ESTABELECER PREÇO MÍNIMO DO FRETE É INCONSTITUCIONAL? …

E como fica o Decreto Lei 79 de Dezembro de 1966? Também é INCONSTITUCIONAL?

Nós Produtores rurais, sempre cobramos a atualização e a GARANTIA DOS PREÇOS MÍNIMOS PARA A PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA, sabemos que os preços mínimos NÃO garantem renda, mas em muitos casos resolve o problema, como tem contornado e resolvido o problema de muitos produtores de milho, principalmente aos do Estado do Mato Grosso, que tem buscado a cada ano a garantia do preço mínimo para a comercialização do milho safrinha quando obtido alta produção…

Portanto, mais uma vez, de forma equivocada, tomam atitudes que ferem os próprios princípios, e todo seu propósitos para o qual ao longo dos anos, tem trabalhado e defendido a atualização e a garantia dos preços mínimos…(https://istoe.com.br/cna-vai-propor-revisao-nos-precos-minimos-do-cafe-e-do-trigo-no-plano-safra/ ).

Conforme noticia divulgada em seu próprio site, a CNA protocolou uma AÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE junto ao Supremo Tribunal Federal – STF, neste dia 12 de junho/18. (http://www.cnabrasil.org.br/noticias/cna-protocola-acao-no-stf-contra-tabelamento-de-frete ).

“Na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5959, a CNA pede a suspensão da eficácia da Medida Provisória 832/18, editada pelo Executivo há duas semanas. Na avaliação da entidade, o tabelamento é inconstitucional por ferir os princípios da livre concorrência e da livre iniciativa”.

Infelizmente, mais uma vez as lideranças que se dizem defensores do AGRONEGÓCIO, estão de forma equivocada tomando atitudes que ferem os próprios princípios a que se propuseram ao longo dos anos, ou seja o da defesa da GARANTIA DOS PREÇOS MÍNIMO DOS PRODUTOS AGRÍCOLAS em conformidade com o estabelecido em Lei… DECRETO-LEI Nº 79, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1966  que Institui normas para a fixação de preços mínimos e execução das operações de financiamento e aquisição de produtos agropecuários e adota outras providências.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0079.htm

O QUE ESTA EM LEI, APROVADO, SANCIONADO E PUBLICADO deve ser considerado CONSTITUCIONAL… E sabendo que a edição e publicação de MEDIDAS PROVISÓRIAS 832/18 é um ato Legal e Constitucional, e se aprovada pelo Congresso Nacional, sancionada e publicada pelo Poder Executivo se torna LEI CONSTITUÍDA, é melhor as lideranças dos diversos setores produtivos, e principalmente a do setor da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, fazer valer a MATEMÁTICA para estabelecer os critérios da base de calculo dos preços mínimos do frete, até porque a JUDICIALIZAÇÃO do caso, NÃO é o melhor caminho a ser tomado pelas lideranças de um setor que já tem em LEI os preços mínimos estabelecidos, e até então nunca  questionados judicialmente “por ferir os princípios da livre concorrência e da livre iniciativa”.

Por Valdir Fries – Produtor rural em Itambé – PR.

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TABELA DE FRETES – GOVERNO USA O SETOR PRODUTIVO PARA PROVOCAR ATRITO ENTRE OS CAMINHONEIROS E OS PRODUTORES RURAIS

Ao que vimos, o Governo, de forma estratégica esta conseguindo colocar em pratica o que mais quer, enfraquecer e colocar em cheque toda força de mobilização dos caminhoneiros autônomos que tiveram a união e apoio do setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA .

Como sabem, sou hoje produtor rural, mas filho de caminhoneiro, motivo de sempre ter paixão por caminhão, que ainda ao final da década de 8o, e nos anos 90, meus primeiros investimentos foi na aquisição de caminhões.

Profissionalmente, atuava com Planejamento e Assistência Agropecuária, mas em algumas viagens, cortando estradões pelo Brasil, tive a oportunidade de conhecer de perto tudo que os irmãos CAMINHONEIROS AUTÔNOMOS sofrem pelas estradas, os quais são obrigados a se submeter às árduas penas na ocasião das negociação de suas cargas junto as Agencias de Transportes, principalmente quando se trata do frete retorno para sua origem…

Segue imagem de 1991, quando da parada que fiz as margens da Rodovia 163, entrada da Estrada Moroco que da acesso a FAZENDA MARINGÁ dos irmãos Ossucci, após a travessia do Rio de Lucas de Rio Verde sentido para Sorriso no MATO GROSSO:

Voltando aos fatos… Mesmo após os caminhoneiros terem desbloqueado as rodovias, e retornado para a suas casas no aguardo da regulamentação de todo “acordo” firmado, as noticias que circulam na imprensa são as mais  tendenciosas possíveis, para INCRIMINAR os caminhoneiros pelos “prejuízos” causados aos setores produtivos, levando a informação de perdas principalmente no setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA, e como todos sabem, foi um dos segmentos produtivos que abraçaram a causa, e juntos, os produtores rurais deram todo apoio aos caminhoneiros, fortalecendo em muito toda a “GREVE”.

Enfraquecido em meio a todo manifesto, o Governo Federal, de forma estratégica (e ao que parece esta conseguindo), esta promovendo o atrito, que pretende provocar a divisão entre o setor produtivo usuário do transporte e os transportadores de carga, fazendo uso da primeira TABELA DO PREÇO MINIMO DE FRETES publicada através da Resolução 5 820/18, e, de carona já tem o apoio de forma oficial da CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – CNA, que embarcou neste caminhão sem freio que o Governo Federal esta “dirigindo” ladeira abaixo… Desgovernado, esbarou na primeira curva e deve tombar na segunda, já de forma premeditada o Governo anuncia que deve REVOGAR a tabela de fretes, desmantelando todo “ACORDO” firmado na medida provisória 532/18, já em debate na Comissão Mista do Congresso Nacional.

A primeira TABELA DE FRETE publicada… acesse o link:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/files/tabelas.pdf

elaborada sem qualquer metodologia, e com valores fora de qualquer justificativa… Foi usada para o disparo do gatilho, a CNA com seus Dirigentes sempre alienado ao Governo, se antecipou, e emitiu oficio pedindo a suspensão da aplicação da tabela de preços mínimos de fretes rodoviários da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicada por meio de Medida Provisória recentemente, conforme se confirma aqui:  (http://www.cnabrasil.org.br/noticias/cna-pede-suspensao-da-tabela-de-precos-minimos-de-frete)…

Portanto o Governo já conseguiu o que mais queria, uma justificativa para minar todo “acordo” firmado, mesmo após a publicação segunda TABELA DE FRETES,  que altera a primeira publicação, conforme oficializada através da RESOLUÇÃO Nº 5.821, DE 7 DE JUNHO DE 2018 que altera a Resolução ANTT nº 5.820, de 30 de maio de 2018:

http://www.antt.gov.br/backend/galeria/arquivos/RESOLUCAO_5821.pdf

Mesmo tendo sido publicada, o Governo Federal desconsidera a RESOLUÇÃO e anuncia que vai REVOGAR a tabela do frete.

Sabemos que todo manifesto se deu por iniciativa dos transportadores autônomos, mas quem deu as cartas nas negociações da formalização da tabela dos preços mínimos do frete, convidados pelo Governo para sentar à mesa, foram os representantes dos grandes conglomerados de transportadoras, e os Agenciadores de Cargas, que usam dos transportadores autônomos para subcontratar o transporte de cargas por eles contratado, ou seja, agenciadores usaram da força dos autônomos para se fortalecer ainda mais, aumentando suas margens de lucro.

Mesmo com a nova tabela, carregamentos foram penalizados, mas em muitas regiões já estão sendo feitos com o tabelamento, tão embora não agrade a todos:

A Medida Provisória 532/18 editada pelo Governo, encontra-se em discussão na Comissão Mista do Congresso Nacional, já formada, a Comissão Mista em reunião inicial, tanto o relator como o presidente da Comissão defendem um amplo debate e negociação entre o setor produtivo contratante e os caminhoneiros, para se chegar a um critério para construção de uma normativa, que venha a beneficiar as partes e toda economia Brasileira.

Portanto amigos produtores rurais, não é hora de pedir revogação de qualquer acordo firmado, NÃO É HORA DE ARRUMAR ATRITO COM OS AMIGOS CAMINHONEIROS, sejamos justos, e vamos nos unir para fazer valer uma negociação de preço base, estabelecendo valores mínimos que atenda os setores envolvidos no transporte e quem dele precisa…

Por Valdir Fries – Produtor Rural em Itambé – Pr.

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PARALISAÇÃO GERAL, CAMINHONEIROS AUTÔNOMOS, PRODUTORES RURAIS E SOCIEDADE BRASILEIRA INTENSIFICAM O MANIFESTO DOS CAMINHONEIROS.

A PARALISAÇÃO GERAL CONTINUA, e a cada anuncio do Governo, na tentativa de por fim a toda mobilização Nacional que se iniciou com a paralisação dos caminhoneiros, vem criando forças com a paralisação dos produtores rurais, e se intensifica cada vez mais com a participação de diversos setores da sociedade civil que vem aderindo ao manifesto, participando e dando apoio.

Por mais que o Governo tente anunciar as asneira e mentiras através da mídia, que a paralisação vem provocando transtorno para a sociedade, ainda mais a sociedade entende que a paralisação geral se faz necessária diante dos constantes aumentos abusivos dos preços dos combustíveis, da gigante carga tributária imposta á sociedade, da insegurança jurídica, e principalmente pelos abusos econômicos e corrupção praticado pelos Governantes de uma forma geral, que vem onerando tanto o setor produtivo e o transporte, e por fim, as consequências quem paga é toda a sociedade Brasileira que a cada dia vê seus rendimentos comprometidos pelo alto custo BRASIL.

Anunciados anteriormente os “falsos” acordos pelo Governo, sociedade se une aos demais setores e de forma ordeira se manifestam favoráveis às paralisações que estão concentradas nas rodovias e trevos de acesso às cidades.

Após anuncio das Medidas Provisórias pelo Presidente da República, tentando por fim a toda paralisação, medidas de “ACORDOS” anunciada e publicada no Diário Oficial da União, vimos hoje, produtores rurais que tem sua estrutura de transporte e abastecimento, juntamente com os caminhoneiros autônomos bloqueiam o próprio posto de combustível do entreposto de atendimento da cooperativa, onde são associados, com objetivo de intensificar ainda mais a paralisação geral.

ENTENDAM PORQUE AS MEDIDAS PROVISÓRIAS PARA TENTAR DAR FIM NAS PARALISAÇÕES NÃO FORAM ACEITAS PELA MAIORIA DOS MANIFESTANTES:

MEDIDA PROVISÓRIA 831/2018: Dispõe sobre o transporte de produtos da CONAB, que estabelece que 30 % da demanda de fretes sejam feitas através de contratação de Sindicatos, Associações e Cooperativas de transportes autônomos com a dispensa do processo licitatório… Esta vinculação da contratação dos transportes da CONAB com Entidades, não atende aos interesses da grande maioria dos transportadores autônomos que NÃO são vinculados as Entidades mencionadas na Medida Provisória. Esta negociação, da forma que se faz constar na MP 831/2018 NÃO atende a grande maioria dos motoristas transportadores autônomos, motivo pelo qual, eles continuam paralisados.

MEDIDA PROVISÓRIA 832/2018: Que Institui a Politica de Preços Mínimos dos Transportes Rodoviários de Cargas, se trata de uma promessa já firmada em acordos anteriores, que NÃO foi cumprida pelo Governo, e por se tratar de um preço minimo que só vai ser divulgado daqui a 5 dias, sem ter um embasamento de valores, os caminhoneiros NÃO aceitam finalizar as manifestações antes de ver aprovado os valores mínimos de frete a serem definidos… De mais a mais, mesmo que publicado dentro de 5 dias, a MEDIDA PROVISÓRIA não é LEI constituída, e além de alterada no Congresso Nacional, pode ao fim NÃO ser votada, e tudo que ali consta, nada passa a valer após os 60 dias da sua publicação. Como se fala no Congresso Nacional, a MP pode “CADUCAR”.

MEDIDA PROVISÓRIA 833/2018: Que dispões sobre a isenção da cobrança do pedágio referente aos eixos erguidos (suspensos) dos caminhões  que transitam vazios.

A simples publicação desta Medida Provisória 833/2018, tão embora se tenha efeitos imediato, ainda depende de regulamentação por parte dos Órgãos e Entidades competentes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que detém a responsabilidade sob a normatização da cobrança de pedágio…

Neste sentido, por se tratar de cobrança de Pedágio, onde sempre o Lobby das Concessionárias são fortemente impostos sobre Parlamentares, os caminhoneiros autônomos hoje paralisados nos manifestos ao longo das rodovias, NÃO acreditam que seja aprovado pelo Congresso Nacional, e mais uma vez tudo pode voltar a estaca zero, como já aconteceu em acordos anteriores.

Desta forma, Caminhoneiros autônomos de todo o País, juntamente com os Produtores Rurais e sociedade civil de um modo geral, se unem e intensificam as paralisações em todos os Estados Brasileiros, por mais que o Governo tente induzir a sociedade que os Bloqueios foram desfeitos, e as rodovias tem transito livre, os caminhoneiros e produtores rurais continuam PARALISADOS em seus manifestos contra todo os abusos econômicos e tributário que o Governo vem impondo para a sociedade Brasileira.

“ACORDO” DA REDUÇÃO DE R$ 0,46 CENTAVOS DE REAIS POR LITRO DE DIESEL POR 60 DIAS DE PRAZO: Caminhoneiros autônomos e Produtores Rurais entendem que de nada adianta fazer acordo da redução do valor do combustível por 60 dias, e após este prazo, o desconto hora oferecido, venha a ser novamente indexado aos preços…

Acordo não não é Lei, e, embora o Presidente da República tenha mencionado em seu pronunciamento, que os R$ 0,46 Centavos de Reais sejam equivalentes a somatória do CIDE, e do PIS/CONFIS, este valor descontado se trata de um simples “ACORDO” … Que certamente passado o prazo dos 60 dias pode ser novamente indexado ao valor do preço do óleo diesel…

Portanto os caminhoneiros e produtores rurais NÃO aceitam este simples “ACORDO” e esperam paralisados que seja APROVADO em Lei o FIM dos tributos PIS/CONFIS bem como o FIM da cobrança do CIDE inserido sobre o valor dos combustíveis de uma forma geral.

Diante de toda estas paralisações que se estende desde seu inicio em 21 de maio de 2018, o que sentimos é que o Governo já NÃO tem mais Governabilidade, e isto, faz com que a grande maioria da Sociedade Brasileira tenha respeito às manifestações, e vem cada vez mais dando apoio e aderindo a paralisação geral de todos os setores, na esperança de podermos renovar democraticamente todo Poder Constituído, se necessário, que isto seja imposto através de uma intervenção militar. Isto é que a sociedade pede hoje.

Por Valdir Fries – Produtor rural em Itambé – Paraná.

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PARALISAÇÃO GERAL – PRODUTORES RURAIS E CAMINHONEIROS NÃO SUPORTAM MAIS OS CUSTOS DOLARIZADOS, E A RENDA EM CENTAVOS DE REAIS.

A dolarização dos preços dos combustíveis esta provocando o caos econômico no BRASIL … O setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA já não suporta o aumento constante dos preços do óleo diesel, do aumento da carga tributária, e da insegurança jurídica…

Se os custos da produção agropecuária comprometem a produção de alimentos, o setor dos TRANSPORTES é onerado e massacrado com a oscilação diária dos preços do petróleo…

Sem alternativas, diante do caos, produtores rurais e caminhoneiros se obrigam a paralisar rodovias para ALERTAR A SOCIEDADE BRASILEIRA, que mais dias menos dias, toda esta carga tributária e aumento dos custos da produção agropecuária e dos transportes, vai parar na sua mesa.

Não existe mais condições de se produzir e transportar com os custos DOLARIZADOS, e receber o rendimento de todo produto e trabalho em CENTAVOS DE REAIS…

Os GOVERNOS continuam com os gastos públicos disparados, sem nada produzir…

Numero de Ministérios não foram reduzidos, cartões corporativos não foram cortados, e ao que se vê e se Lê, em manchetes publicadas, é o Poder Executivo e o Poder Legislativo, fazendo uso  de toda estrutura pública administrativa, sendo utilizada nas negociatas “politicas” para se aprovar Projetos de Lei que permitem o aumento do deficit público…

Uma verdadeira maquina pública atolada em uma crise moral e econômica, que não tem neste País, nem um setor produtivo da economia Brasileira que resista rebocar tamanho descalabro provocado pela corrupção e pela politicagem instalada no Governo Brasileiro.

Não temos outra alternativa, a não ser, simplesmente parar…

Parar de produzir e parar de transportar, mesmo sabendo que o cidadão Brasileiro, trabalhador, pai de família, não venha encontrar o litro de leite no mercado, o pão na padaria, e ficar sem feijão e o arroz na sua mesa.

Continuaremos vigilantes, intensificando as paralisações e buscando a ORDEM E O PROGRESSO através de um entendimento politico e econômico do GOVERNANTES, que venha viabilizar o setor produtivo da AGROPECUÁRIA BRASILEIRA na produção de alimentos, e garantir as condições de transporte de todo produto, gerando economia e renda à toda sociedade Brasileira…

Enquanto isso não acontecer, continuamos parados…

Continuamos parados, quantos dias e noites que se fizerem necessário, para que os Governantes assumam suas responsabilidades para as quais foram eleitos.

Por Valdir Fries – Produtor rural em Itambé, Paraná.

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